Durante vários dias, o prefeito de Lima, Rafael López Aliaga, provocou uma polêmica política e uma forte mídia. A movimentação ocorreu quando o prefeito de Villa María del Triunfo participou do ato oficial, onde dois jovens foram presos pela Polícia Nacional. Naquela hora, O município de Lima emitiu um comunicado dizendo que se tratou de um homicídio. E um dos presos trouxe granadas, armas e fotos do local.
No entanto, a versão oficial mudou após a investigação do povo. Após análise do boletim de ocorrência da polícia e dos elementos recolhidos, o O Ministério Público concluiu que não há provas que comprovem o ataque ou lópez aliaga plano ou plano. Nesta decisão, foram arquivadas as questões de suicídio e agressões, deixando apenas as acusações de armas ilegais.
O serviço público descreveu Não houve ataque ao prefeito de Lima. Não houve evidências de que os planos para atacar Rafael López aliaga durante a villa María del triiunfo.

De acordo com a decisão do Ministério Público, não foram apresentadas provas de preparação ou comportamento que permitam eliminar a tentativa de ataque. Como resultado, decidiu continuar ou continuar a preparação da investigação de homicídios qualificados. Mandatos de dois jovens presos: Paolo Paolo Iriarte e Alexandre Castro Lara.
Apesar da necessidade da acusação mais importante, o Ministério Público manteve a acusação Ter uma arma ilegal para Paolo Pizango. O serviço público solicitou nove meses de nove meses, desde que seu estado de saúde esteja organizado.
No caso da perícia, Pizango foi preso com o revólver cheio. Porém, a polícia não conseguiu identificar a presença do evento que estava vinculado à tentativa de agredir uma pessoa. Seu advogado, Wuitionam ouviu, declarou que seus clientes compareceram aos apoiadores da cidade e rejeitaram a finalidade criminosa, e disse que ele foi vítima de “agricultura”.

Quanto a Alexander Castro Lara, o Ministério Público ordenou a sua libertação após confirmação Ele não portava armas durante a entrada da polícia. O documento de liberação indica que não há sinal do ataque ou material perigoso encontrado em seus pertences.
Da mesma forma, o jovem esteve envolvido na produção ou fornecimento de equipamentos explosivos. Por esta razão, o público em geral decidiu não investigar a investigação criminal em segurança pública. Com isso, Castro Lara ficou no processo e na versão que o liga ao ataque rejeitado.
Apesar das conclusões do Ministério Público, o Prefeito Lima mantém sua posição de que um propósito em sua vida foi intencional. Da Comuna, o comunicado foi publicado sob o título “ataque armado contra o prefeito de Lima”, a quem foi informado que “o criminoso tentava matar” a autoridade municipal.

Após tomar conhecimento dos autos, López Aliaga manifestou seu desacordo e criticou a decisão tributária. Ele declarou que o preso fez um movimento coordenado e reblogou a ameaça real. Na sua revelação pública, disse que “deixa” quem o tentou agredir, apesar de o inquérito oficial ter concluído sem ataques.















