Numa exibição espetacular, um grupo de ladrões roubou um bronze no Museu do Louvre, em Paris, usando ferramentas e táticas familiares. Os homens, armados com Grinders, entraram no museu com uma colhedora de cerejas acoplada a um caminhão e quebraram as janelas da galeria Apollo. O roubo, que durou sete minutos, foi marcado pela rápida remoção de nove joias civis de Napoleão e da Imperatriz, até a casa mais secreta do mundo foi invadida.
Após o incidente, o Louvre foi imediatamente fechado ao público para facilitar a investigação. Uma das jóias roubadas foi posteriormente devolvida sem ter sido deixada no exterior da residência do museu, mas os restantes objectos não foram respeitados. O Ministro do Interior francês, Laurent Nunez, confirmou:
Diz-se que os atores descarados têm entre três e quatro anos e a principal exibição da Gallarie d’Apollon é a coroa histórica e as joias. Destacando a rapidez e eficiência da operação, o ministro afirmou: “Fizeram algo muito rapidamente”, e descreveu a sua rota de fuga para a autoestrada A6 numa scooter tmax.
Os danos globais do incidente ainda não são conhecidos, mas Nunez comentou sobre a cultura roubada, descrevendo-a como “um legado real, um legado infinito”.
O Ariel Center Ariel Weil expressou sua descrença na dignidade dos turistas e, chocado, “está surpreso que um roubo possa ser cometido no Louvre”. Ele também observou que o grande desafio para o público é o fechamento inesperado.
Jordana Bardella, presidente do movimento nacional, ecoou estes sentimentos, chamando o alegado roubo das jóias da coroa francesa de “uma desgraça irreparável para o nosso país”. Ele deu o alarme sobre o declínio da ordem pública, perguntando: “Qual é o tamanho do Estado?”
Em resposta ao incidente, a Procuradoria de Paris anunciou a abertura de uma investigação para examinar a profundidade do roubo e da conspiração criminosa. Este roubo levanta preocupações sobre as medidas de segurança dos sítios franceses nos museus franceses, especialmente tendo em conta os recentes incidentes noutras instituições. No mês passado, espécimes de ouro nativo foram roubados do Museu Nacional de História Nacional, enquanto um museu em Limoges enfrentou uma perda de 6,5 milhões.
Enquanto os investigadores dependem de imagens de câmaras para documentação, o incidente no Louvre destaca a necessidade de protocolos melhorados para proteger os locais culturais mais valiosos do mundo. A comunidade e o público aguardam mais desenvolvimentos porque as autoridades estão a trabalhar para devolver os itens roubados e garantir que o Museu possa manter o património sem outro incidente.















