O exército israelense confirmou no domingo que realizou um ataque aéreo contra posições do Hamas no sul de Gaza em resposta às violações do cessar-fogo do grupo. A escalada das hostilidades chegou ao exército depois que os militares realizaram ataques pela manhã na cidade de Rafah, no sul, e na cidade de Beit Lahia, no norte.
Segundo um porta-voz militar israelita, a operação em curso é uma reação direta ao que descreveu como uma “violação flagrante” do acordo de cessar-fogo com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump. Os militares disseram: “Em resposta à anterior violação do cessar-fogo das acusações de Feasefire, uma série de ataques Munror anti-Hamas começaram no sul de Gaza.” Isto marcou a segunda onda de greves desde o início do cessar-fogo, nove dias antes. Pouco depois do ataque matinal, as FDI relataram que o ataque retaliatório foi desencadeado por pelo menos três ataques lançados pelo Hamas contra o exército israelense.
Sem o conhecimento do Hamas, negou as acusações, dizendo que estava a cumprir as condições imprevistas. Um porta-voz do grupo acusou Israel de criar um “pretexto activo” para justificar o regresso das operações militares.
Num forte aviso, o Ministro da Defesa israelita, Israel Katz, anunciou que o Hamas enfrentará graves consequências por violar o cessar-fogo. “O Hamas pagará um alto preço por qualquer disparo e qualquer violação do cessar-fogo”, disse ele. Ele ressaltou ainda que se o grupo não compreender esta mensagem, a resposta de Israel melhorará.















