Madri, 31 de outubro (EFE).
Sánchez anunciou isto em reconhecimento às vítimas da guerra civil (1936-1939) e da ditadura que se seguiu ao general Francisco Franco, falecido em 1975.
“No próximo conselho de ministros, que será na próxima terça-feira, concederemos a cidadania espanhola a quase 170 membros da Brigada Internacional que a solicitaram de acordo com os requisitos da Lei Democrática”, disse sob aplausos da multidão.
“É uma honra poder chamá-lo de seu compatriota”, afirmou com veemência, pois acredita que aceitar esse “bem” é uma forma de construir a memória democrática.
Os recrutas da brigada eram voluntários estrangeiros que lutaram no lado republicano contra os rebeldes militares em 1936 contra o então governo regular.
O código civil reconhece a possibilidade de conceder a cidadania espanhola por Decreto Real nos casos em que existam circunstâncias excepcionais em que seja possível fazê-lo através de um título de propriedade e sem ter que renunciar à sua cidadania anterior.
A Lei Democrática aplica-se aos membros dos voluntários das Brigadas Internacionais que participaram na guerra civil, mas também aos seus descendentes “que continuaram a carga da memória dos seus antepassados e da defesa da democracia em Espanha”. Ef
(foto) (vídeo)















