Milhares de pessoas estiveram lá na sexta-feira Vila Cruzeiroparte do penha favela kompleks, rejeição de Polícia Contra ele Mandamento vermelhoque deixou mais de 120 mortos Rio de Janeiro. O ataque foi classificado como o mais mortal da história recente. BRASIL.
A maioria dos manifestantes, moradores da Penha e Alemão por aí -O -incluído Família e amigos os mortos no campo de futebol. As faixas muitas vezes exigiam justiça e criticavam o governador Cláudio Castro, a quem culpam pelos ataques violentos.
A mídia local informou que participaram parentes de pessoas mortas em intervenções policiais anteriores. “Eu sinto a dor dessas mães. “É uma grande surpresa ver um jovem que foi morto no mesmo local onde morreu o seu filho”, disse uma mulher num comunicado citado pelo Agência Brasil.
“Nós que moramos em Perpera estamos sofrendo. Mas o governo não pode nos ver como inimigos. O Estado deve tratar e cuidar do seu povo, de todos os seus residentes“, enfatizou o dirigente sindical Raimundo de Jesus durante a manifestação.

A operação, que mobilizou 2,5 mil empresários em duas favelas, teve como objetivo desmantelar gangues Mandamento vermelhoa organização criminosa do país. O número de mortos é de pelo menos 121, incluindo quatro policiais, e dezenas de corpos, que foram encontrados na floresta e arredores, foram mantidos na Praça São Lucas A última quarta-feira foi um sinal.
“É um erro para o Brasil. Não há prova disso“Ele reclamou Leandro Santiagonatural de Vila Cruzeiro. Durante a manifestação, muitos manifestantes vestiram branco como símbolo do desejo de paz: usaram camisetas com tecido vermelho estampado e carregaram cartazes com “chega de matar gente”.
A manifestação ocorreu depois de 99 pessoas terem sido encontradas mortas após indicação da MEGA-Operação, segundo dados oficiais divulgados esta sexta-feira. Deste grupo, 78 têm antecedentes criminais, o que parece ser o perfil criminal da maioria das pessoas envolvidas.
As autoridades relataram a prisão de 113 pessoas durante a operação. O relatório informa que, entre os identificados, 40 são de outros estados brasileiros, que descreve a presença de estrangeiros e a natureza da operação.
“A identidade dos envolvidos é clara. Entre os melhores exemplos: Espírito Santo, ‘Russo’, chefe do tráfico de drogas em Vitória; Do Amazonas, ‘Chico Rato’ e ‘Gringo’, traficantes de drogas em Manaus; Da Bahia, ‘Mazola’, o chefe do crime de Fira de Santana; Do Goiás, Fernando Henrique dos Santos, figura máxima do tráfico de drogas naquele estado”, explicou Felipe Curi, secretário civil do Rio.
Juiz do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes Ele solicitou que o governador do Rio se manifestasse na segunda-feira, 3 de novembro, para explicar detalhadamente a operação da última terça-feira.
Por outro lado, o escritório lá Pelos direitos humanos Foi chamada de “reforma abrangente e eficaz” dos procedimentos policiais e apelou ao Brasil para “acabar com o ciclo de violência excessiva e garantir que a segurança pública seja monitorada de acordo com os padrões internacionais sobre o uso da força”.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castrodisse na terça-feira que a província que ele dirige está lutando “narcoterrorismo“, usando uma retórica semelhante à do presidente dos EUA, Donald Trump, em sua cruzada América latina. Castro descreveu a polêmica operação como “sucesso“.
Embora muitas lojas tenham fechado após o fechamento da manhã de quarta-feira, as ruas do bairro do Rio de Janeiro ainda refletem as consequências da violência policial: carros em chamas tornam-se obstáculos e atmosfera permanente.
(Com informações da Contress Press)















