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Hamas acusa Israel de roubo orgânico após troca de reféns

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O grupo militante palestino Hamas atacou Israel, dizendo que o governo israelense tem roubado órgãos de palestinos mortos após um recente acordo de transplante. Num comunicado emitido pelo Ministério da Saúde em Gaza, confirmou que alguns dos órgãos de Israel durante as últimas negociações de paz, especialmente o início sob a administração de Trump, parecem não ter nada anexado e cheios de algodão.

A falta de recursos para confirmar estas afirmações é a aceitação do ministério, que mostrou a sua incapacidade de provar que “a ocupação” roubou os órgãos dos mortos. Mas as suas acusações não são novas; Em 17 de outubro, o Dr. Ismail Al-Thawabta, diretor do escritório de informação de Gaza, nomeou publicamente as Forças de Defesa de Israel (IDF) com a mesma compensação. Ele apelou a uma investigação internacional urgente para responsabilizar Israel pelo que descreveu como violações graves no tratamento dos corpos durante o conflito.

Comparando a situação, o monitoramento dos direitos humanos Euro-Med relatou em 2023, em novembro, no momento da queda da descrição da águia das FDI. Os profissionais médicos em Gaza, depois de examinarem alguns destes corpos após a sua libertação, comprovarão as provas do roubo. Isso inclui relatos de falta de cócleas, córneas e órgãos vitais, como pulmões, rins e coração.

Além disso, no dia 20 de Janeiro surgiram vários relatos noticiosos, incluindo a CNN, destacando o ataque das FDI a pelo menos 16 cemitérios em Gaza. O monitor Euro-Med corrigiu esta evolução, observando que pelo menos um local de sepultamento seria o alvo. A inspeção pela equipe médica indicou que muitos desses corpos apresentavam sinais de órgãos removidos.

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Estas alegações contribuem para as tensões e a violência contínuas na região, levantando questões sobre a ética empresarial e a responsabilização no meio do conflito israelo-palestiniano. A comunidade internacional continua a observar de perto, apelando a uma maior transparência e responsabilização.

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