Numa situação trágica que evidencia a contínua violência dos assassinatos no México, Carlos Manzo, prefeito de Uruapan, em Michoacan, foi baleado durante um evento público no sábado, 1º de novembro. O ataque aconteceu durante um encontro cultural pelo Dia dos Mortos, realizado em frente a uma igreja, quando a arma foi aberta, apontada para Mango. O relatório revelou que dois suspeitos foram presos em conexão com o tiroteio e um dos assassinos foi morto no local.
MANZO é um crítico não reconhecido do tráfico de drogas e a Presidente Claudia Sheinbaum tem defendido frequentemente o aumento da violência contra o crime organizado no cargo. A sua execução é um lembrete dos perigos enfrentados pelas autoridades locais no México, que muitas vezes se tornaram alvos de cartéis de drogas, apesar dos esforços do governo. A situação em Michoacán é especialmente engraçada, caracterizada pelas ações violentas dos poderosos cartéis de drogas que visam desenraizar os agricultores locais desta rica região.
Relatos de testemunhas oculares e um vídeo postado na página de mídia social de Mango mostram-no participando de uma vigília à luz de velas logo após o ataque. Embora ele tenha corrido para o hospital, ele sucumbiu aos ferimentos.
As autoridades ainda não estabeleceram um motivo claro para o assassinato, mas o assassinato ocorreu poucos dias depois de um incidente em que Bernardo Bravo, representante de um agricultor, também foi baleado. Este padrão de violência estende-se à cabeça de MANZO; No mês passado, o prefeito de Pisaflores foi deposto e, em junho, o exército atacou o gabinete do prefeito do sul, matando pessoas armadas, matando ele e sua equipe. Outro prefeito foi encontrado morto no dia seguinte no oeste do México, ao lado de sua esposa.
Carlos Mozo assumiu a função de Presidente da Câmara em Setembro de 2024. Participava frequentemente de seguranças durante trajes à prova de balas, o que realçava o ambiente em que trabalhava. Num dos seus vídeos nas redes sociais desde Junho, ele apelou a uma acção federal para reprimir os crimes violentos, um apelo que sublinhou a sua frustração com a lenta resposta do país ao crime. Houve temores por sua segurança, e sua preocupação foi repetida no ano passado por um jornalista que foi morto momentos antes de sua entrevista em Uruapan.
A violência que rodeia a capital de Michoacán e outras regiões do México levanta questões críticas sobre a eficácia da estratégia do actual governo para combater o crime organizado e garantir a segurança das autoridades públicas.













