Perdido Quatro acordos onde você trabalha? Michael Ruiz Aceite a sabedoria tolteca e prometa mudar sua vida com as quatro chaves ancestrais.
O texto sustenta que a maioria das pessoas vive no “sonho” de crenças e convenções limitantes e oferece quatro compromissos práticos para quebrar essa condição e alcançar a vida e a autenticidade.

“Todo mundo é um espelho”, com este título o autor apresenta a ideia de que as pessoas funcionam como um espelho para os outros: são reflexos dos outros e uma pessoa pode se reconhecer neles. No entanto, este reconhecimento não é aceite nem claro.
Além disso, explica que a realidade é que a experiência de cada pessoa é um “sonho” social:
- O “sonho do planeta” É um conjunto de crenças, normas, valores e expectativas que são transmitidas a cada pessoa desde a infância.
- o domesticação Pela repetição, pela linguagem e por um sistema de funerais e punições, que levam as pessoas a aceitarem acordos e crenças sem questioná-los.
- Este processo cria um sistema de crenças interno (o “livro da Lei”) e duas figuras internas: O juiz (que avalia e pune) e o alvo (aqueles que sofrem e se sentem inadequados).
- O resultado é uma vida dominada pelo medo, pela culpa, pela abnegação e pela busca constante por aprovação.
- O sofrimento, a autocrítica e a dificuldade de amor e autoaceitação são considerados resultados desse espetáculo.

Michael Ruiz revela os quatro acordos que permitem moldar a situação e recuperar o seu próprio poder:
- Não medite suas palavras
As palavras revelam quem você é, o que você sente, o que você pensa. Através das palavras você pode construir a sua vida e os sonhos que deseja. Eles também podem ser vistos como uma “faca de dois gumes” porque a linguagem pode ser mal utilizada e prejudicial.
Ruiz disse: “Uma única palavra é uma ou destruirá milhões de pessoas”.
- As palavras têm poder criativo e podem ser usadas para construir ou destruir.
- Ser impossível significa não usá-los em si mesmo ou nos outros, evitando mentiras, fofocas e abnegação.
- A incapacidade das palavras de limpar o “veneno emocional” e proteger contra manipulação e sofrimento desnecessário.
- Não leve as coisas para o lado pessoal
Cada pessoa vive na sua realidade, o que os outros dizem e fazem mais com ela do que nós.
- Nada que os outros façam ou digam é para você, mas para eles próprios e para seus “sonhos”.
- Adquirir algo especial é uma forma de egoísmo e fonte de sofrimento.
- Ao parar de fazer algo especial, você sofre os danos causados pelo veneno de outras emoções e reduz a atenção.
- Não faça suposições
O autor ressalta que vivemos a imaginação, imaginamos a cabeça na nossa cabeça ao invés de pedir mais e pensar mais.
- As percepções levam a desentendimentos, conflitos e sofrimento.
- Segue-se fazer perguntas e comunicar-se com clareza, em vez de pensar no que os outros pensam, sentem, fazem ou fazem.
- Manter o foco melhora a qualidade da comunicação e elimina dramas desnecessários.
- Faça sempre o que puder
Este acordo refere-se à atitude de compromisso e persistência, à adaptação dos esforços à situação sem exigências ou preguiça.
- Este Acordo permite que os outros três se tornem rotina.
- “O “máximo” depende do tempo, da energia e da situação, mas significa que é um ato de lealdade e comprometimento, mas não infinito ou muita preguiça.
- Faça o máximo que puder para evitar o autojulgamento, a autoculpa e a culpa.
- A ação, e não a expectativa de recompensa, é a fonte de sua satisfação e realização
A prática regular dos quatro acordos, por mais imperfeita que seja, destrói velhos hábitos e crenças e fortalece o poder pessoal necessário para mudar vidas.















