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O médico da mentira confirma que são 7, e não 6 anos, os menores que mataram a bomba em Guaviare

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Um ataque do exército colombiano contra um campo colombiano contra um campo da oposição deixou vítimas, incluindo menores, levantando preocupações sobre o impacto do conflito nas crianças locais – crédito Colprensa

Vinte pessoas morreram após uma bomba lançada em Guaviare pelo exército colombiano contra o acampamento de Iván Mordisco, na localidade de Iván Mordisco, na localidade de Ivilla, município de Calamar, departamento de Guaviare.

Foi confirmada a presença de menores entre as vítimas, o que aumentou a atenção do público para a operação e o processo forense.

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O Instituto Nacional de Segurança e Ciências Forenses informou que o corpo foi encontrado no dia 12 de novembro nas sedes de Villavicencio (Meta) e San José Del Guaviare (Guaviare).

Segundo relatórios oficiais, treze dos mortos eram homens e sete mulheres. Dezesseis pessoas passaram completamente na comparação de impressões digitais, enquanto as outras quatro foram aceitas por meio do papel odontológico.

Entre as vítimas, os especialistas determinaram que a criança tinha sete anos: Quatro mulheres e três homens. Esta conclusão levantou preocupações sobre a presença de menores no campo invadido e o impacto do conflito armado na população local.

O processo forense contou com a participação de uma equipe interdisciplinar de medicina, odontologia e antropologia, que aplicou técnicas especiais para identificação dos corpos. Os resultados desses estudos serão encaminhados ao Ministério Público, órgão responsável por dar continuidade à investigação da ação e apurar as circunstâncias ocorridas.

A operação militar faz parte de uma operação liderada pela oposição de “Iván Mordisco”, grupo armado que atua no departamento de Guaviare. O desenvolvimento da operação e as suas consequências reavivaram o debate sobre as estratégias utilizadas nos conflitos internos e a protecção da população civil, especialmente dos menores.

O Instituto Nacional de Medicina Médica e Ciência Médica continua com o trabalho científico para compreender completamente os restos mortais de todos os mortos que podem ser operados.



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