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Resignado com a ideia de que o Ministério Público peruano “empurrou a porta”, mas pressionou para poder fazê-lo em 24 horas

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Delia Espinoza disse que o representante da comunicação e do Escritório Nacional de Justiça (JNJ Nacional (JNJ)) atrasou deliberadamente seu parente como Procurador-Geral do Peru, apesar da decisão do tribunal. Espinoza, conforme noticiado pela Europa Press, disse que o cargo de serviço não será respeitado, se a situação não for limitada, embora a situação confie nele e lhe permita entrar no cargo dependendo do processo judicial.

Segundo a Europa Press, Espinoza optou por não comparecer quinta-feira à sede do Ministério Público em oposição direta a Gálvez, que não poderá regressar depois de o JNJ concluir a apresentação da revisão oficial. O procurador considerou que “não vai entrar”, não vai “entrar” na situação anterior, e a educação da conversa prévia com a rede RPP que respeita a instituição, e não vai participar em situações constrangedoras ou incidentes públicos. Espinoza enfatizou a necessidade de todos os meios seguirem os canais de comunicação e seguirem as práticas adequadas.

O Hotel Europa informou que o Nono Tribunal Constitucional decidiu na segunda-feira a favor da reintegração de Espinoza, dando ao JNJ cinco dias para implementar a ordem. O próprio Espinoza já havia sido suspenso por seis meses devido ao processo disciplinar conduzido pelo órgão regulador. No entanto, o gabinete subestima que a ordem recente afecta um dos quatro processos disciplinares que motivaram a suspensão temporária, e mantém a sua decisão de não abordá-la imediatamente. Paralelamente, Gálvez insistiu a ‘La República’ que a devolução sem fundamento pode constituir crime no funcionamento da operação e que as regras exigem aguardar a decisão do JNJ. “Se tivesse entrado no ministério, considerava-se que continuava no cargo, teria sido preso porque foi apanhado pelo crime de protesto”, dizia a descrição do jornal citada aqui e ali, que define a importância de seguir o procedimento.

Jornalista Europa Europa que o processo disciplinar relativo a Espinoza tem origem, entre outros motivos, no processo aberto em setembro no JNJ. Este processo o acusa de muitas irregularidades, inclusive de violação do código de ética ao não substituir no passado Patrícia Benampes, destituída do cargo após denúncias de corrupção e influência corrupta. Espinoza, por sua vez, referiu-se ao processo que o seguiu como “cheio de ilegalidade” e, em julho passado, condenou a pressão política do Congresso. Ele disse que enfrentou quatro ações constitucionais que tentaram entender as diferenças durante dez a dez anos, conforme registrou a Europa Press.

Polêmica em torno do retorno de Espinoza Embora JNJ tenha enfatizado seu argumento, enfatizou o respeito às regras atuais e a necessidade de restaurar seu trabalho de forma estrita no procedimento do tribunal de Espinoza. Em declaração pública, o procurador reiterou que só entrará no serviço público depois de concluídos todos os trâmites oficiais e que protegerá as instituições superiores em caso de conflitos pessoais ou políticos.

A diferença entre Espinoza e Gálvez mostra a tensão interna no serviço público quanto às competências de liderança, bem como a interpretação da autoridade do JNJ frente à ordem judicial. Ao mesmo tempo, a situação de Espinoza continua a ser objecto de debate nos meios de comunicação nacionais e suscita expectativas sobre os resultados das próximas horas, como afirmam diferentes instalações do jornal Europa e do jornal ‘la república’.



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