Cantora do grupo Eles são doces sofri com isso é errado ser emocional Durante uma apresentação em um restaurante IquitosÚltima sexta à noite. O incidente aconteceu quando o artista saiu de casa e do restaurante, que a testemunha reconheceu como um homem de camisa azul, se aproximou e o apontou no meio de uma rua. O incidente foi capturado em vídeo e gerou indignação entre os presentes e a arte da região.
Depoimento colhido pelo grupo indica que o suposto agressor repetiu esse tipo de comportamento recentemente. Membros do Eles são doces Ele relatou que há três semanas a mesma pessoa havia agredido outro cantor do grupo, e também durante um show em uma casa da cidade. “Acho que o cara o conhece, porque há três semanas ele apareceu com um dos meus cantores. É o mesmo cara, que conhecemos pelo vídeo.
Sua releitura desses acontecimentos causou preocupação e exigiu maior segurança dos artistas durante suas apresentações. Eles são doces Eles são conhecidos no cenário musical de Iquitos por sua dinâmica agenda de apresentações em noites de audições e restaurantes da cidade.
Após o ocorrido, os artistas envolvidos manifestaram seu descontentamento não só com o ataque, mas também com o comportamento das pesquisadoras. Segundo a vítima, um grupo de mulheres justificou o ataque comentando a vestimenta tradicional do artista na cidade. “É muito chato que as mulheres tenham dito isso porque as mulheres de Quito estão acostumadas a usar esse tipo de roupa, mas seminuas, têm o direito de nos tocar”, disse um membro deste grupo, referindo-se aos comentários recolhidos durante o incidente.
A cantora espera que, com provas e depoimentos em vídeo, as autoridades consigam identificar cabalmente o responsável e proceder de acordo com a lei. A denúncia formal está agora nas mãos da polícia local, que está analisando os registros para identificar e localizar o agressor.

A lei peruana reforça as penas para quem comete atos de exploração sexual em ambientes privados e privados. O Código Penal do Peru prevê pena cautelar para quem comete atos ilícitos, atos sexuais ou processos inapropriados. De acordo com o artigo 176-B, esses funcionários podem receber pena de cinco a cinco anos de prisão se o dano for comprovado e houver sentimento de vergonha como contar ou afetar menores ou grupos menores.
Se o ataque for aberto ao público e afetar a integridade moral ou física do alvo, as regras permitem agravar a condenação. A divulgação de registros midiáticos e a divulgação dos métodos de comportamento do opressor podem afetar a severidade da pena. A polícia e o poder judiciário reforçaram os canais para receber denúncias e prestar assistência psicológica e jurídica às vítimas deste tipo de violência.















