O presidente da Generalitat do General Valenciano, Carlos Mazón, admitiu esta segunda-feira no Congresso que no dia da morte, 29 de outubro de 2024, houve um telefonema que não ouviu. Aliás, sobre o trabalho da ministra das Emergências, Salomé Pradas, fez-lhe às 19h10
Disse isto à Comissão do Congresso que investigou a gestão da tragédia em resposta à deputada, vinculada ao grupo misto, Aguèueda Min, que lhe perguntou claramente porque é que não atendia às chamadas dos pradas.
Mazon explicou que naquela época, quando ainda estava saindo de El ventorro, “ele foi e estava com o telefone na bolsa”, e talvez por isso não tenha conseguido vencê-lo. Porém, a certa altura, “eles” o mantiveram durante todo o tempo em que foi chamado. E, segundo o motivo, por ter que conversar com outras pessoas, foi “difícil” para ele aguentar o que fizeram às 19h36
“Não atender as ligações dos 20 e poucos que fiz não significa incomunicável, como se diz. Não significa que o telefone esteja ligado”, defendeu o presidente postando-o às 19h43.
Técnico com 30 anos de experiência
Quanto ao horário de envio da mensagem es-alert, que só foi enviada às 20h11. Apesar de ter sido preparada até às 18h37, segundo a secretária do Podemos, disse Ione Belarra, Mazón disse que era necessário “perguntar aos gestores da operação”.
Defenderam que “nunca recusaram enviar a mensagem” ou “nunca pediram para enviar”, porque não “se levantaram” com ele. Quando Belarra lhe disse que se o presidente do general estava “desocupado” não há responsabilidade se não houver responsabilidade, a decisão não deveria ser tomada “com pouco treino” e “não por causa da gramática” mas porque o plano de cheias o dizia.















