A presidente do Tribunal Constitucional, Luz Pacheco, respondeu às críticas que surgiram após a libertação da ex-primeira-ministra Betsy Chávez e decidiu que o órgão tinha a oportunidade de impedi-lo de deixar o país. Ele apontou para isso A decisão proferida pelo juiz não contemplou a autoridade para impor restrições adicionais, Porque esse papel é respeitosamente paralelo ao serviço público no sistema penal.
Pacheco sustentou que o Ministério Público tinha poder discricionário para solicitar medidas disciplinares mais rigorosas após a sentença ser proferida, mas não agiu em conformidade. Ele mostrou isso Chávez foi mantido de forma simples, o que lhe permitiu circular livremente antes de confirmar sua fuga. Afirmou que a atribuição da responsabilidade directa pelo apoio ao TC não pode alterar as condições sem solicitação financeira.
Durante a conversa com a comunicação social, Pacheco sublinhou que o Tribunal Constitucional não entra na definição de restrições específicas e não pode assumir a obrigação noutros casos. Foi demonstrado novamente que o Ministério Público pode ter exigido supervisão adicional uma vez ordenada a libertação do antigo chefe de gabinete, embora este não tenha solicitado confirmação.
O juiz foi determinado que a versão natural do julgamento era injusta um papel definidor na fuga. Salientou que o órgão constitucional move-se de acordo com o processo, caso não haja competência para alterar as regras estabelecidas no final do interrogatório. Além disso, insistiu que a responsabilidade final recai sobre o serviço público, que não promoveu o mecanismo que garantiria a presença de pessoas durante a investigação.
Questionado sobre o estado da instituição no serviço público, Pacheco referiu que os chamados procedimentos que são convocados de imediato continuaram a examinar a discussão constitucional. Ele mostrou queEsta é uma questão complexa que requer uma análise minuciosa antes de estabelecer uma posição definitiva. No entanto, sublinhou que o importante é respeitar o que está estabelecido e desenvolver o processo de acordo com as regras em vigor.
Explicou que no caso de Delia Espinoza não se implementa o procedimento imediato, mas sim o processo normal. Acrescentou que, não existindo uma conclusão firme sobre esta questão, cabe às autoridades competentes seguir os ensinamentos estabelecidos na lei. Absteve-se de comentar a ideia de uma solução judicial relacionada com a volta de Espinoza ao cargo porque, segundo disse, ainda não havia revisado os documentos publicados.

Pacheco alertou que a falta de clareza no comportamento público gera desconfiança entre os cidadãos. Ele lembra que existe um Ministério Público nacional caso Espinoza busque a posse do proprietário por meio de ordem judicial. Ele ressaltou que Esta situação cria confusão e afecta a percepção do funcionamento da instituição. responsável pela gestão das investigações criminais.
O presidente do TC acredita que a estabilidade na função pública é a chave para o combate à criminalidade. Expressou que, se não for resolvido em quem os organizadores devem pensar, haverá dúvidas sobre as decisões que tomam e a continuidade das suas ações. Indicou que todas as ordens judiciais devem ser seguidas de acordo com as regras aplicáveis, embora tenha sublinhado que não poderia responsabilizar-se pela não revisão dessas decisões.















