A defesa do tesoureiro da Câmara Municipal de Móstoles solicitou o afastamento do provisório e a reabertura do processo aberto no âmbito do ‘caso ITV’. Ele acredita que não há crime e não há crime e que suas ações são consistentes com o exercício legal do seu trabalho como autoridade nacional.
No documento de defesa, que o jornal Europa inseriu e apresentou antes do julgamento do curso número 1 de Móstoles, o advogado pede provas gratuitas e provas diversas na prova oral.
Noelia posse
O caso Móstoles Itv encontra-se em fase online, após a apresentação das acusações e peças do destacado partido. A prefeita de Móstoles Noelia foi acusada e muitos vereadores socialistas. O Ministério Público pede que a possse Noelia não mereça ser libertada por 12 anos por suposta prevaricação.
O documento diz que o antigo tesoureiro de Francisco desenvolveu a sua carreira como investigador piloto do Auditor desde 1983, sem punições ou desgraças disciplinares, e lembrou que foi tesoureiro até 2002 até à sua reforma.
A caução deverá estar relacionada com a avultada dívida que a Concessionária enfrenta na Câmara desde 2013 – mais de 1,17 milhões de euros – e até ao anterior requerimento da empresa apresentado pelo Tribunal de Comércio.
Segundo o documento, a decisão tomada pela autarquia local nos dias 20 de setembro e 20 de outubro – incluindo a aceitação do concurso preliminar e o reajuste da taxa – foi objeto de parecer jurídico e ajustada à legislação regulamentar e ao direito contratual.
A defesa sustenta ainda que o acordo económico “mencionou a ordem económica”, o que fez referência ao primeiro despacho e à decisão do Tribunal de Contas, o que poderia ter sido considerado que a decisão evitou maiores danos aos tribunais municipais.
Da mesma forma, o documento confirma que o relatório gerado pelo tesoureiro seguiu o seu poder e seguiu as diretrizes estabelecidas pelas diretrizes europeias e o setor público fez o equilíbrio do equilíbrio económico.
A defesa nega que haja fraude no salário do tesoureiro e nega o uso de autoridade, que insiste que não houve danos aos fundos públicos e que a avaliação técnica está de acordo com o regulamento técnico.















