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O Eln libertou os cinco soldados colombianos sequestrados há mais de uma semana no norte do país

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A visita da comissão humanitária internacional é essencial para a libertação de cinco membros das forças armadas colombianas, que permanecem foragidos desde 9 de novembro em Arauca. Segundo Caracol, a intervenção de organizações como a missão da ONU na Colômbia, a missão da OEA de apoio ao processo de paz na Colômbia, a Igreja Católica e a Ouvidoria verificaram o estado físico e emocional antes da entrega do Exército Nacional (Eln). A mídia Caracol detalha que a liberação ocorreu nesta segunda-feira após constatar que as condições dos uniformizados são satisfatórias.

A Caracol informou que os cinco militares foram sequestrados durante uma viagem forçada em um carro público em Santo Domingo, município do município do Departamento de Arauca. Membros do Eln apreenderam o transporte, obrigaram os moradores a sair e os levaram para local desconhecido. Segundo o que foi publicado pela Caracol, no comunicado enviado pelo grupo armado, foi dito que o “estado de guerra” foi confirmado, indicando que, de acordo com as disposições do direito humanitário internacional.

A ouvidoria confirmou seu relato na rede social X onde, publicado, o soldado conheceu sua família e seus superiores. Em seguida, foram transferidos para a cidade de Arauca para avaliação médica individual, estabelecida pelos protocolos humanitários. Segundo a Provedora de Justiça, este método deve ser feito após o relaxamento da liberdade a longo prazo e responde às recomendações das organizações internacionais que realizaram a comissão de verificação.

O Eln enviou os nomes dos divulgados através de uma lista, embora Caracol tenha explicado que os dados completos sobre a identidade de cada soldado não constavam do relatório conhecido pelos militares. A declaração da organização armada expressou também a sua vontade de cooperar no futuro com organizações internacionais e organizações internacionais, com base no respeito pelo direito internacional e sob controlo internacional. Segundo Caracol, essa atitude busca criar um ambiente de confiança e contribuir para o desenvolvimento da emancipação doméstica.

O acampamento de Caracol destacou o clima de tensão que vive atualmente o departamento de Arauca, onde houve um aumento de incidentes violentos e confrontos nas últimas semanas. A libertação ocorre após conversações de paz entre o regime de paz e o governo colombiano, onde o grupo manifestou a sua vontade de seguir os padrões internacionais no que diz respeito ao tratamento de prisioneiros de guerra. Caracol informou que os organismos internacionais estão envolvidos na importância de manter a segurança e o cuidado das pessoas privadas de liberdade em decorrência do conflito armado no país.

A organização que participou activamente na mediação do processo sublinhou que a sua presença provocou uma verificação indescritível do carácter dos militares e garantirá total transparência na sua divulgação. O apoio da ONU, da OEA, da Igreja Católica e da Provedoria de Justiça não visa uma libertação rápida, mas, segundo Caracol, visa reduzir a rotulagem do conflito e dos funcionários públicos envolvidos em sequestros ou sequestros.

A região de Arauca, fronteiriça e de difícil acesso, apresentou frequência de situações semelhantes. Caracol destacou que a persistência dos sequestros e o enfraquecimento da liberdade representam os maiores desafios para fortalecer o processo de paz na Colômbia.

Segundo Caracol, a Ouvidoria se comprometeu a continuar o trabalho de mediação e mediação visando a libertação de todos os detidos no conflito com o exército colombiano. Neste espírito, a cooperação com organizações nacionais e internacionais fortalece a monitorização e a documentação em cada caso, aumentando a pressão para que os actores armados respeitem o direito internacional e o compromisso com a paz e a protecção dos direitos humanos.

A estação governamental indicou ainda que as ações recomendadas pela comissão humanitária, com a transferência da transferência e tratamento médico dos militares, estão incluídas nas orientações humanitárias do povo. Este processo reflete a prioridade de preservação da integridade física e emocional da pessoa libertada e o dever dos órgãos governamentais de prestar assistência e proteção em situações perigosas.

A série, que levantou preocupações sobre instituições governamentais e organizações de direitos humanos, destaca a necessidade de evitar canais humanitários e a presença de prestadores de serviços independentes para monitorizar o respeito pelos direitos básicos no meio do conflito. Segundo a análise reportada pela Caracol, o compromisso da sociedade civil e da missão internacional decidem avançar para resolver a situação crítica e reduzir as consequências humanitárias do conflito armado na Colômbia.



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