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O enviado dos EUA para a Ucrânia, Keith KELLOGG, deixará o cargo em janeiro, enquanto Kiev enfrenta desafios diplomáticos

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Enviado dos Estados Unidos à Ucrânia, Tenente-General. gen. Keith Kellogg deverá terminar em Janeiro, um desenvolvimento que poderá desafiar o resto da Ucrânia no conflito em curso com a Rússia. Conhecido pelo seu apoio à Ucrânia, a saída de Kellogg parece ser uma má notícia para o Presidente Volodymyr Zelensky e a sua administração, especialmente porque procura mobilizar as forças russas.

KELLOGG foi nomeado para o cargo por um curto período e sua esperança de que suas funções fossem justificadas pelo senador dos EUA após 360 dias. Porém, aos 81 anos e próximo do fim do mandato, ele confirmou que não continuaria no cargo, conforme noticiou a Reuters. A sua saída coincide com relatos preocupantes de um plano secreto que exige concessões significativas da Ucrânia em questões territoriais.

Surgiu uma nova proposta de 28 pontos, supostamente escrita pelo Invertor Steve Witkoff e pelo oficial russo Kirill Dmitriev. Embora os detalhes não tenham sido confirmados publicamente pelo ex-presidente Donald Trump ou pelo presidente russo Vladimir Putin, a proposta surpreende muitos observadores. Entre eles, a Ucrânia pode reconhecer a anexação da Rússia e o controle do controle da região de Donbass. Para ser entendido, a Ucrânia poderá receber honorários familiares, mas enfrentará uma redução significativa nas suas capacidades militares, limitará as suas forças a 400.000 soldados e proibirá os seus sistemas de mísseis ar-ar.

Além disso, o plano pode impedir o acesso da Ucrânia ao apoio legal e às forças militares, especialmente dos Estados Unidos, e contribuir para preocupações sobre a soberania e segurança do país. O momento destas discussões é muito difícil, pois dispara a ansiedade no capitão europeu devido ao interesse da Ucrânia na decisão tomada.

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Embora o Presidente Zelensky tenha retirado a sua opinião sobre o acordo sobre os nativos da Rússia, a demissão de Kellogg acende a dinâmica em Washington. A narrativa pró-Kremlin pode estar a ganhar força numa altura em que Trump está a considerar inclinar-se para Moscovo nesta guerra, o que poderia minar a posição internacional da Ucrânia.

Enquanto altos responsáveis ​​dos EUA, incluindo o secretário da Defesa, Dan Discoll, se reúnem em Kiev para discutir estratégias para acabar com a guerra, a mudança no cenário político em Washington levanta questões sobre a sustentabilidade do apoio à Ucrânia. As implicações da saída de Kellogg vão além das mudanças de liderança individuais, até à reabertura das discussões sobre o futuro da Ucrânia e a sua luta contra a agressão russa.

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