Pablo Stecco é um jornalista e apresentador esportivo argentino com vasta experiência em televisão e rádio. Foi unido Centro esportivoda ESPN, que atua como apresentadora e colaboradora de esportes e comunicação Diferentes formas dentro do ecossistema ESPN/Disney+. Stecco combina hospedagem de tela com produção e som e convites para jornalismo esportivo acadêmico e com foco em palestras. Ele conseguiu construir uma carreira focada na comunicação clara e no envolvimento ativo com colegas de treinamento.
A palma mais alta É jornalista argentino e tem fortes ligações com o desenvolvimento da construção desportiva na região. Trabalha como apresentador de rádio e televisão e participa do programa da ESPN. Palma integra o seu trabalho criativo com o seu conteúdo comunicacional, além de manter uma presença ativa em Redes sociais Ele compartilha sobre esportes, marketing e seu amor pelo clube local.
Ambos refletem o perfil contemporâneo de Jornalismo esportivo argentino: médico baseado em Mídia tradicional que estende seu alcance a projetos digitais e transferência de conteúdo. Até 2025, manterão a sua existência como uma forma de trabalhar para ter sucesso e ser livre de mudanças e adaptações de trabalho.
Léo: – O que há de mais lindo, Maxi, em ser novo como esportista?
Maxi: – Estamos muito felizes em fazer o que fazemos. Encontramos uma maneira de fazer isso, por exemplo, horários difíceis de entender por sair de casa à noite, ou aniversários, ou jantares com amigos, não são importantes. E estou muito feliz. A ESPN é a marca global no mundo dos esportes, é a líder no mundo dos esportes latinos, claramente. E estamos em uma posição privilegiada. Temos duas horas por noite para nos divertir, fazer o que quisermos e receber outros amores de pessoas que nunca param de nos surpreender.
Leo: – O horário tem zero horas? 12 À noite?
Pablo: – Sim. São poucos dias, tempo de COPA Libertadores, mas o horário varia, entendeu? Até três da manhã, duas e meia da manhã. É pesado.
Léo: -mas eu gostei porque permitiu que eles levassem esse show sem limites.
Maxi: -mas já estamos tarde da noite.
Leo: Cancha de ríver, uma vez, e não lembro se foi em outro estádio…
Maxi: – Sim, da corrida.
Pablo: – Isso é bom. Mas teremos que esperar mais uma hora. Game Over. Germán já estava em uma hora e aí quase apagaram as luzes do estádio e parou um pouco e você tem que ir para o ar…
Máximo:
Pablo: – Risos, bêbados (risos).
Maxi: – A verdade é que acredito que a grande satisfação é o que lhe contamos: Sinta o amor das pessoas. Muita gente volta com o público, mas achamos muito natural. Encontrar o vento é se divertir.
Pablo: – é verdade o que dizem: “Nos encontramos no vento”. Devido à forma como trabalhamos, já estamos no pipeline antes disso. Mas dois minutos antes de nos vermos. Não é que planejamos tudo.
Maxi: -tudo é natural.
Entediado: – Vêem a rotina, o tema, o jogo, tudo fica no ar como um atleta.
Maxi: Nada está planejado.
Leão: -isso é impossível. Às vezes um bom grupo, uma boa equipe…
Pablo: -mas nem sempre acontece. E trabalhar com todos é diferente. As letras são diferentes.
Léo: -mas naquela época, como você fez durante cinco anos…
Pablo: – Sim. E peça-nos para fazer outra coisa. “Vamos ver quando termina a viagem”, disseram.
Maxi: -e vamos participar da turnê no verão. Cantamos e dançamos bem (risos).
Leo: – Que outros esportes você gostaria de ver, participar ou participar do evento?
Pablo: – Em determinado ponto do canal não havia viagens longas ao exterior. Não tínhamos os direitos da COPA Libertadores, do futebol argentino. Eles estão marcados. Então, como anfitrião, não tinha muita ida, caminhada. Eu não tive essa experiência. E levantei a mão para essa pergunta sobre quem quer ir ao tênis e há 15 anos fui Grand Slam. Hoje também faço um programa de tênis com Franco Squillari.
Maxi: – Isso me impede. É uma questão de guerra. Eu avaliei como ele falaria com ele e no que ele me envolveria (risos).
Leão:
Pablo: -você sempre precisa se exercitar. Mas na verdade eu considerei isso uma forma de viajar.
Leo: – Ele escolheu suave, calmo. Paris, Roland Garros…
Maxi: – Melbourne, Londres, Paris e Nova York.
Pablo: – E que horas, né?
Léo: – Claro, porque você captou o momento…
Pablo: – em todas as pratas, em todos os latino-americanos…

Leo: – Nalbandian, depois Delpo e Poque, o último, um dos mais representativos.
Pablo: – em 2005 em Xangai com o título de professor e mestrado com David.
Leão: Djokovic no tênis como profissional. Messi ele ainda recusou, apenas quatro anos depois. Imagine todas as histórias. Manu Ginóbili A NBA ainda não existia. As Leoas não eram chamadas de Leoas, apenas em 2000. Imagine tudo o que aconteceu…
Léo: – E você, maxi? Em quais outros esportes você é bom?
Maxi: – Comecei no rugby e joguei rugby por muito tempo. E então, não se esqueça que estive nos anos da raposa por muitos anos. Vim para a ESPN em 2021. Mas vi a raposa, naquela época, um lugar onde não havia nada sem futebol e Sou especialista em todos os esportes, exceto futebol. Então, em cada situação, em cada lugar e em cada atleta que não fosse jogador de futebol que tivesse que se aproximar, eles me mandaram. Confio muito na academia e minha principal preocupação é a Marketing Desportivo. Trabalhar muito com isso e com o futebol, claro que o povo quer o produto, você tem que estar presente. Então durante a corrida, felizmente, fui a todas as provas sem o Paba. Agora quero ficar com Pablo.
Leo: – Não faltará tempo. Mas me conta essa história eu adoro a sensação…
Maxi- Sim. Mas é natural, como tudo o que fazemos. Convidei-o para vir dar os parabéns aos jogadores. Eu disse a ele: “Olha, os jogadores do campeonato estão vindo, você é jogador de boliche, não pode vir”. Ele era meu professor do ensino médio. Fomos a tribunal nesses cinco anos.
Leo: -você entrou em contato com ele?
Maxi: – Não, não. A escola terminou e perdi contato.
Leo: -E como você se comunicou com ele?
Maxi: Eu digo a ele: “Traga-me o telefone”. E aí comecei a escrever para ele, dei os parabéns e o vínculo começou. Quando conseguimos que os jogadores viessem, eu os chamei. Foi por isso que aconteceu. E não foi intencional ou o que aconteceu. É tudo natureza.
Pablo: – E ele chorou naturalmente. Porque você vê que está na moda chorar (risos). E isso é bom.
Maxi: – Eu sou o Bravo Fornando do século XXI. Estou muito instruído.
Paulo:

Leo: – Que tipo de maxi você quer mostrar e vice-versa?
Pablo: – ele é um homem muito confiante, se move como um touro e nada é impossível.
Leo: – Você quer ter esse personagem? Mesmo se você tiver, você quer isso nele.
Pablo: – Não, mas acho que não. Sou mais reservado.
Maxi: -e o Pablo é muito perfeito, muito profissional, muito minucioso, muito armado. Nós somos o yin e o yang. O que eles têm, eu não tenho. O que eu tenho, não tenho, mas esse é o recheio. Ele descansa muito que é informado.
Leo: – Quem é o jogador que você quer jogar e ainda não o fez?
Pablo: – Messi!
Maxi: – Messi, sem dúvida.
Leo: -e os jogadores estão investigando o tempo todo, os mais amigáveis. Existem pessoas próximas, que estão sempre de olho, que são fãs?
Maxi: – Muitos jogadores estão nos observando, mas não sabemos se muitos jogadores estão nos observando. O mundo do futebol parece muito, ele tem experiência no tênis e entrevistou os melhores tenistas do mundo e eu entrevistei os melhores tenistas do mundo.
Léo: -e se tiverem que dizer, a melhor entrevista que fiz foi…
Pablo: – Quanto às contas, não sei, algumas Federadorpor exemplo, depois de vencer Wimbledon ou depois Delpo. Eu não sei, eu disse David Nalbandian Antes disso, uma nova comemoração de aniversário foi comemorada em novembro. O Rei David venceu em Xangai. E é por isso que uma das influências sobre os atletas em todo o mundo é a Michael Phelps. Maior artilheiro da história olímpica.
Maxi: – inacreditável. Escavadeira.















