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Anedotas da Copa Libertadores de Y a Z: Yudica

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Claudia Aguilar Ramírez

Notícias esportivas, 27 nov (efe).- É uma das últimas histórias de família no futebol recente. Até sua morte, em 23 de agosto de 2021, ‘El Piojo’ José Yudica desfrutou dos prazeres simples que regiam sua vida: beber com Antonia, a mulher que amava desde 1953, e jogar futebol no porão de sua casa.

Aos 85 anos, ele diz ter mantido os fundamentos que o tornaram um “ponteiro perigoso” que marcava gols com o pé esquerdo, ao mesmo tempo em que aprimorava suas habilidades.

Os títulos que conquistaram são apenas anedotas, como a COPA COPA Libertadores com os juniores do Argentinos às custas do América de Cali.

E não se prendeu às coisas importantes, nem o primeiro treinador a sagrar-se primeiro campeão da equipa principal, do campeonato nacional em 1985, nem o antigo sénior na época da primeira divisão no ano 1987-1988.

“O que me deixa orgulhoso é que não me traí. Não queria ganhar um jogo ou um título fazendo algo que não tinha vontade de fazer.

Yudica não expressou a decepção da Libertadores, mas perdeu o ex-garoto do Newell desaparecido contra o uruguaio após derrota por 1 a 0 no jogo de ida.

Pode ser um nome de contato esportivo secundário.

“Eles venceram-nos bem. Tiveram uma boa noite”, disse ele, comentando momentos depois a surpreendente vitória por 3-0. O setor de imprensa argentino causou danos devido ao clima hostil em Montevidéu.

Chegou-se a dizer que o time tricolor estava ‘voando’ naquela noite de 26 de outubro de 1988 e o clube Rosário parecia assustado.

Naquele ano, quem ‘voou’ foi o brasileiro Ayrton Senna, que conquistou o primeiro Mundial de F1 com a McLaren-Honda.

E assim como Senna, quem soube vencer e perder leite não é o caminho do leite, que está a 15 minutos de ser campeão secreto com Jondia Jondia Michel Platini.

Japão, 8 de dezembro de 1985. El Bicho de la Tourist venceu por 2 a 1, mas contrariando as expectativas, manteve seu estilo ofensivo. O italiano empatou com gol de Michael Laudrup e o título foi decidido nos pênaltis.

“Eles venceram nos pênaltis. E o que acontece com isso? Minha forma de pensar não muda. Minha avaliação não é a mesma. Foi isso que ganhei e perdi, e cada tristeza perdida significa que é o fim.

Embora tenha declarado não ofender as pessoas no futebol, Yudica não escondeu sua fraqueza pelo estilo de César Luis Motenti e sempre se declarou pronto para ensinar, mesmo o aluno que o atrapalhou em seus tempos de Newell.

“Marcelo Bielsa é uma máquina de sugestões. Ele não para de perguntar. Quer saber mesmo que já saiba.” Ef

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