Seul, 27 de novembro (quarto).
O homem, de 50 anos e casado, morreu no distrito de May, na região de Donetsk, um dos centros do conflito, segundo detalhes publicados pelo jornal Korea Herald.
A confirmação das autoridades vem do funeral realizado terça-feira em Kiev do voluntário internacional que se encontra num dos caixões, que está à disposição da imprensa.
Um funcionário da embaixada sul-coreana na Ucrânia compareceu ao funeral.
As autoridades russas afirmaram repetidamente que voluntários sul-coreanos morreram lutando em apoio à Ucrânia, embora Seul não tenha comentado o assunto.
O governo sul-coreano proíbe os seus cidadãos de entrar na Ucrânia sem permissão especial, embora tenha havido casos na Coreia do Sul contra as regras para combater a guerra em 2022, em fevereiro.
Voluntários de países como os Estados Unidos e Espanha também morreram, enquanto pelo menos 2.000 coreanos morreram do lado russo, segundo estimativas da inteligência sul-coreana, à medida que Pyongyang fortaleceu a cooperação militar com Moscovo. Ef















