A maior companhia aérea lançou um protesto contra o software Airbus A320 depois que a Airspace lançou um espaço aéreo europeu no sábado, causando o cancelamento de voos e entretenimento durante o fim de semana nos Estados Unidos, Ásia e Europa. O problema vem da preocupação de que a radiação pudesse atrapalhar o computador, levando a Airbus a dar à Aircine a implementação dos parâmetros de software no 6000 A320.
Em resposta às instruções urgentes dos leitores ambientais, as companhias aéreas trabalharam arduamente durante a noite para concluir as atualizações necessárias antes de retomar as operações. A AirAsia, um dos maiores clientes do A320, expressou confiança em concluir a correção em 48 horas. Da mesma forma, as autoridades da Índia relataram que a Indigget Budget Airline aterrou com sucesso 184 das suas 200 aeronaves no sábado. A Air India também anunciou que mais de 90% das aeronaves A320 afetadas pela falha foram reformadas.
O ministro francês dos Transportes, Philippe Tabarot, fez uma avaliação positiva da situação e disse que mais de 5.000 aeronaves continuaram a ser renovadas e restaram menos de 100. Apesar deste esforço, alguns sofreram perturbações nas Companhias Aéreas; Muitos voos oferecidos pela Air France foram atrasados ou cancelados no Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. A American Airlines observou que alguns empregos estavam chegando, mas esperava que a maior parte da reestruturação fosse concluída até o final do dia. A Delta Airlines indicou que não são a única perturbação limitada.
A Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido informou que as companhias aéreas do país implementaram uma noite para realizar as reformas sem impacto significativo no tráfego aéreo. Na Austrália, a Jetstar Airline teve que cancelar 90 voos devido a problemas de software, mas a maioria dos aviões passou pela atualização com sucesso. A Air New Zealand construiu a frota A320 apenas por um curto período, mas conseguiu retomar os voos logo após as atualizações necessárias terem sido realizadas.
A falha de software foi descoberta pela primeira vez depois que um voo entre os Estados Unidos e o México sofreu um pouso inesperado em outubro, ferindo pelo menos um passageiro. A Airbus identificou uma falha no software responsável pelo cálculo da altitude da aeronave, relacionando o problema com os dados de alta velocidade. O recall incluiu não apenas o modelo A320, mas também as variantes A318, A318 e A321.
Quanto ao recall inesperado, o CEO da Airbus, GUILILEUNE, pede desculpas às operadoras aéreas e aos passageiros que sofreram a interrupção. Ele reconheceu o desafio representado por metade das aeronaves da família Global A320, que recentemente ultrapassou o Boeing 737 como modelo mais popular do setor. A urgência da situação destacou a importância de garantir a segurança dos passageiros e a integridade das viagens.















