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O Ministério das TIC referiu-se às denúncias de censura aos meios de comunicação suecos que revelaram a vida de Verónica Alcocer na Europa

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Ministério das TIC – crédito TIC Ministério das Finanças / Andrea Puentes / Presidência

Katherine Miranda, deputada do Partido House of Green Isance, apontou a terça-feira, 2 de dezembro de 2025, como um possível ato de censura do governo nacional à mídia.

Os seus comentários surgiram após a resposta do Ministério das Tecnologias de Informação e Comunicações (Minttolo) ao direito de petição, que admitiu o bloqueio do site sueco. O Expressoque publicou informações sobre Alanónica Alkocer, primeira-dama da Colômbia, durante sua estada na Suécia.

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Em resposta à denúncia de Miranda, o Ministério das TIC se pronunciou em comunicado, afirmando que não ordena, não executa e não tem autoridade legal para bloquear páginas web.

Comunicado do Ministério da
Anúncio do Ministério das TIC – Ministério dos Credores de TIC

“O Ministério da Informação e Comunicações (Ministério das Comunicações) explica ao público que não comanda, não executa e não tem poder legal para bloquear sites, meios de comunicação ou países digitais. e na resposta oficial enviada à ilustre representante Katherine Miranda através do arquivo 252200263 em 27 de novembro de 2025“, indicou a pasta.

Segundo o serviço ITT, não têm competência para realizar este processo, devido à lei 1341 de 2009 e ao acórdão do Tribunal Constitucional.

“O trabalho do ministério limita-se a hospedar a informação reportada pelos Coljuegos e pela Polícia Nacional e, na decisão discutida pelas autoridades como o juiz, o Ministério Público encaminhou o operador de Internet”, afirmou o ministério no seu comunicado.

Segundo o Ministério das TIC, na revisão confirmaram que nos dias 14 e 19 de novembro de 2025 a missão não emitiu nem implementou instruções relacionadas com o setor. Expressen.se.

Katherine Miranda, representante da aliança verde, condena a censura do jornal sueco Expressed, que publicou artigo sobre Alanónica Alcocer – Creative @ katheemirandap / x

“Esta plataforma aparece na lista de plataformas de jogos de azar, exercendo poder próprio”disse o comunicado.

Da mesma forma, especificaram que não criaram, modificaram ou copiaram essas listas. Também não funciona firewallsaltere o DNS, implemente filtragem de tráfego ou use ferramentas de DPI (controle de profundidade).

Segundo a pasta, todos os itens acima foram oficialmente confirmados nos resultados enviados ao Congresso Republicano.

“Com base na Lei 643 de 2001 e na Lei 175 de 2025, os Coljuegos são a autoridade para fiscalizar e ordenar o bloqueio de plataformas ilegais de jogos de azar. O Ministério das TIC cria uma base de dados tecnológica que permite aos operadores rever estas listas, sem poder criá-las, modificá-las ou avaliá-las.“Disse a pasta.

Na sua declaração oficial, o Ministério das TIC manifestou o seu compromisso com a legalidade, transparência e protecção dos direitos.

O Ministério das TIC implementou os princípios legais, respeitando a neutralidade da Internet e garantindo o direito básico de acesso à rede.“Disse a pasta.

E destacou: “Este tipo de situações são bem obedecidas pela autoridade honorável, limitando-se a responsabilidade do ministério ao desempenho das funções jurídicas da relação com o corretor, nos termos da lei”.

A propósito deste incidente, a Vice-Ministra das Comunicações do Ministério das TIC, Glória Patrícia Perdomo Rangel, indicou que o governo não para.

Escritório oficial oficial de Coljuegos de
A resposta de Coljuegos às reclamações sobre censura na mídia Expressen – Coljuegos

“Temos certeza de que os crimes cibernéticos não são cometidos. Temos muitas listas publicadas pela Polícia Nacional e o caso de Coljuegos onde estão, mas estão bloqueados. “O ministério não bloqueia, qual é a função do ministério verificar se o ISP bloqueia essas páginas”.ele disse à mídia.

Por meio de comunicado, Coljuegos informou que, até 2021, durante a gestão do ex-presidente Iván Duque, o portal o expresso”foi incluído na lista de sites denunciados por esta empresa por promoverem atividades ilegais em território nacional“.



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