A Tailândia intensificou a ação militar contra o Camboja, lançando ataques aéreos apesar das tensões existentes. O exército tailandês relatou um novo confronto em 8 de dezembro, que resultou na morte de um soldado tailandês e no ferimento de muitos outros. Esta violência renovada provém da escalada do acordo de paz assinado pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, e pelo Primeiro-Ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, há apenas dois meses.
Segundo o porta-voz da Tailândia, Winthai Suvaree, o exército cambojano aumentou a hostilidade ao abrir as posições tailandesas na província de Ubon RatchHathani e levou o exército tailandês a responder aos edifícios militares. Suvaree confirmou que as mortes foram cometidas por bombeiros cambojanos, resultando em uma doença confirmada e quatro soldados adicionais feridos.
Do lado cambojano, os funcionários do Ministério da Defesa admitiram que o exército tailandês liderou um ataque às suas tropas na província de Preah Vihear e Oddar. Sochata acusou o exército tailandês de limpar a área ao redor do histórico Templo Tamone Thom Tamone Thom e confirmou que os cambojanos não aceitaram o ataque retaliatório.
Relatórios locais indicaram que fortes tiros foram ouvidos perto de templos antigos, como Tamone Thom e Ta Krabei, levando a uma grande evacuação de civis. Reunido com Treffeakdey, o porta-voz hebraico da administração da província de Moxar, revelou que muitos residentes estão fugindo para áreas mais seguras.
Além disso, o segundo distrito militar da Tailândia informou que aproximadamente 35.000 pessoas foram evacuadas da zona fronteiriça em resposta ao novo conflito. O ressurgimento da violência surge na sequência do conflito militar do ano anterior, que causou a perda de 43 vidas e obrigou 300 mil pessoas a abandonarem as suas casas antes de construírem uma casa.
À medida que a situação se acalma, são esperados novos desenvolvimentos, com ambos os países a envolverem-se em acusações e ações militares. A comunidade internacional está a observar atentamente o facto de o país enfrentar novas tensões entre os seus vizinhos do Sudeste Asiático.















