Um relatório recente dos Democratas sobre o Congresso destaca o impacto financeiro destes grupos importadores durante o regresso de Donald Trump à Casa Branca este ano. A análise revela que as famílias americanas foram sobrecarregadas com quase 1.200 dólares em custos adicionais, totalizando aproximadamente 159 mil milhões de dólares entre Fevereiro e Novembro. Este pesado fardo para os consumidores foi causado pelo aumento das tarifas, com a tarifa média a subir para 2,4% no primeiro ano de 16,8% – o nível mais elevado observado desde 1935.
A senadora Maggie Hassan, de New Hampshire, a democrata de topo na comissão, criticou as tarifas por aumentarem os preços dos alimentos para as famílias, em vez de os reduzirem. Apontou a necessidade de cooperação bipartidária para reduzir custos, considerando que a administração Trump já não cobra preços.
Em resposta, a administração Trump quer que estes impostos de importação sejam necessários para proteger a indústria americana da concorrência estrangeira desleal e estimular a construção nacional. O porta-voz da Casa Branca, Kush Desai, defendeu as tarifas, afirmando que atraíram biliões em investimentos nos Estados Unidos e resultaram em importantes acordos comerciais que beneficiam os trabalhadores americanos.
O peso da economia recai sobre esses cursos coletivos porque o importador geralmente repassa o preço aos seus clientes. Isto causou grande frustração entre os eleitores, especialmente nas recentes eleições na Virgínia e em Nova Jersey, onde o custo de vida é elevado.
Kimberly Toekay, afiliada à Faculdade de Direito da UCLA e ao Instituto Timeton de Economia Internacional, classificou o “maior aumento de impostos sobre os consumidores americanos” de Trump. A sua análise sugeriu que o imposto de importação poderia ser equiparado a uma redução financeira anual de cerca de 1.700 dólares por agregado familiar, uma indicação de como a política comercial pode afectar os padrões legais.















