Bogotá, 12 de dezembro.
Um relatório desta associação mostra que há um “aumento de reclamações, guardas, guardas, guardas (descuriza para proteção) e desdém pelos associados em dois anos”.
Isso acontece quando a gestão do governo renova a situação sanitária no Congresso que fala em mudar a assistência à saúde (EPS) para o gestor de saúde e vida, que realizará tarefas administrativas, que fornece medicamentos e garante a qualidade e continuidade dos serviços, entre outros.
Da mesma forma, os pagamentos diretos a prestadores médicos, desde hospitais a fornecedores de tecnologia, destinam-se aos responsáveis pelo Sistema de Segurança Social de Saúde Social (Adres).
Atualmente, o sistema de saúde colombiano está em crise porque a maioria dos não exclusivos está vinculada ao governo devido a dificuldades financeiras. A nova reforma visa garantir que seja oferecido aos cidadãos um serviço abrangente e integrado.
Neste espírito, o relatório do advogado indicava que a intervenção da gestão do trabalho forçado como gestora do Serviço Nacional de Saúde (SuperSalud) em nove EPS “levou à situação de acesso e à sustentabilidade financeira do caso”.
“Além disso, o escritório do advogado lançou uma ação preventiva para verificar as denúncias sobre os usuários falecidos e o desespero da ação, monitoramento e controle, controle da situação”, disse o comunicado da situação.
Perante esta situação, o Ministério Público anunciou que vai abrir uma “nova investigação das autoridades pelas atividades e isenções do trabalho do gestor, gramática, controlo, controlo” do sistema de saúde. Ef















