Durante a análise internacional da última ação do Congresso peruano, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) afeta a autonomia do Tribunal de Justiça no setor judicial no setor judicial. A preocupação do Ichr surge da importância do procedimento aplicado, especialmente de sua relação com a lei 32.130, que confere competência à polícia nacional para a investigação preliminar no sistema de justiça peruano. Conforme relatado pelo Irachr em comunicado online divulgado por jornalistas internacionais, a organização instou que a punição e o exame disciplinar contra os membros do sistema judicial sejam regidos pelo código de conduta e de acordo com a lei vigente.
O debate legislativo que terminou com a renúncia de Espinoza, foi noticiado pela EACHR e divulgado por diversos meios de comunicação, centrado na implementação da lei 32.130 e na responsabilidade das autoridades superiores em casos de desrespeito às decisões governamentais. O método de oposição a Espinoza iniciou a investigação da Junta Nacional de Justiça, transferida para o Congresso, onde a reunião se prolongou devido ao desentendimento entre os parlamentares. Na primeira eleição, não houve maioria devido ao resultado do pedido de restituição apoiado por dois legisladores, a discussão foi aberta novamente. Ao final, a rejeição foi acertada com 71 votos, 19 contra e três a favor.
A decisão parlamentar que estabeleceu a punição incluiu muitas acusações: abuso de autoridade, onda de educação, crimes contra a fé pública e preconceito. Segundo a análise do Ichachr publicada pela imprensa internacional, a acusação foi feita em Espinoza a partir das ações tomadas na execução de sua obra, especialmente a revogação da citada lei 32.130.
O jornal especial noticiou que o processo começou em setembro, quando a Procuradoria-Geral Nacional decidiu recusar a ordem de reintegração de Patrícia Benampes como procuradora. Benavides foi destituído do cargo após alegações de supostos laços corruptos e tráfico de influência. A comissão disciplinar considerou o descumprimento desta disposição por Espinoza o elemento central sobre o qual a punição seria imposta.
No último dia do Congresso, Espinoza apresentou sua defesa diante do plenário, onde mostrou o caminho contrário, que só é possível para o apolítico (…), para o slogan político, por causa do ódio, da vingança. “Sustentou que a punição respondeu a razões políticas e pessoais sem verdadeira base jurídica, explicando que se recusou a acordar Benavides devido a medidas não aprovadas pela instituição.
A CIDH enfatizou em seu comunicado, divulgado na mídia internacional, que os procedimentos e punições estabelecidos nos operadores do sistema judicial não devem observar o código de conduta e a discussão do sistema jurídico vigente. As salvaguardas aparecem na análise da comissão como uma boa proteção para quem trabalha no setor público. A CIDH também alertou sobre os perigos de ignorar as regras e procedimentos estabelecidos, porque este apelo questiona a natureza democrática e prejudica a independência dos poderes do país.
A cobertura das informações da imprensa especial descreve a posição do Congresso sobre o cumprimento da resolução e o limite legal para demitir dirigentes judiciais e o Ministério Público. A CIDH, citada em vários meios de comunicação, insistiu que uma era como a de Espinoza deve ser feita apenas no âmbito da lei, acrescentando que a transparência nas regras representa uma condição fundamental para manter a legitimidade e a autoconfiança.
A campanha pela remoção foi imediata a nível internacional, e a organização dedicada à protecção dos direitos humanos manifestou preocupação com a referida decisão de Independência e Gentileza dentro do Estado. Segundo o ITACHR, a impunidade e as formalidades necessárias durante o processo de apresentação enfraquecem a credibilidade da verdade e podem afetar a legitimidade do sistema democrático no continente.
No mesmo comunicado, a organização regional sublinhou que respeitar o processo e observar a separação da separação de poderes é um elemento fundamental para garantir a estabilidade das instituições e a legitimidade do sistema democrático nacional. Além disso, a CIDH alertou sobre os perigos do processo parlamentar que não oferece garantias aos membros do poder judiciário e indica que tais práticas podem sugerir a estrutura das instituições e enfraquecer a forma de controle democrático.
A cobertura internacional destacou que o caso Espinoza foge ao âmbito do indivíduo, pois pode afetar a forma como a pena é tratada e comparada com as autoridades judiciais de toda a região. Neste contexto, o Inachr reiterou aos meios de comunicação internacionais que as normas jurídicas e as objecções processuais são necessárias para proteger a independência dos juízes e a confiança social no funcionamento das instituições democráticas.















