Uma pessoa de interesse que estava detida em conexão com o tiroteio mortal na Brown University foi libertada, de acordo com o prefeito Breett Smiley. Indivíduos, identificados como aqueles que acompanharam os acontecimentos de 13 de dezembro, quando um agressor abriu fogo em uma sala de aula durante a última sessão, resultaram na morte de dois alunos e meio.
O general de Rhode Island, Peter Neronha, disse que a decisão de libertar o detido foi tomada após exame das provas, que “agora apontam”. Este caso destaca os desafios contínuos que a lei enfrenta após crimes violentos, onde a falta de conformidade legal pode levar a uma investigação. Casos anteriores, como prisões injustas relacionadas ao assassinato de uma pessoa famosa, agravam a situação do público, como agências como o FBI.
O chefe de polícia Oscar L. Perez Jr. observou que embora houvesse provas iniciais que levaram à prisão do homem, a acusação não teve sucesso. Após a denúncia, o FBI envolveu-se na busca pela pessoa, mas posteriormente determinou que não havia base para continuar a considerá-la uma pessoa de interesse. Noronha criticou o processo de investigação, sublinhando que as autoridades devem refazer os seus passos à medida que surgem novas provas.
Cada um deles, Benjaminon, de 24 anos, possuía armas, entre elas um revólver e um bastão de gás com laser que foi encontrado na sala onde ele estava hospedado. Apesar da rápida gestão por parte das autoridades, existe apenas o registo de um suspeito, o que levanta questões sobre a eficácia das medidas de segurança da universidade que orgulham o campus.
O tiroteio aconteceu no prédio Barus and Holley, que abriga os departamentos de engenharia e física, em um período de realização de muitos exames. As investigações e pesquisas sobre armas de fogo continuam, enquanto a comunidade universitária enfrenta o trágico acontecimento.















