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O Ministro da Defesa apelou veementemente à liderança militar pela ‘interferência’ de Isabel Zuleta no trabalho estratégico: há data

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Congresso negou as acusações contra ele – Colpresa

O Ministério da Defesa prepara-se para uma reunião dedicada esta segunda-feira, 15 de dezembro, com a participação das lideranças militares, da política nacional e do seu chefe, Pedro Sánchez, face a fortes acusações de interferência política.

O primeiro objetivo é trazer de volta a investigação interna e apurar a responsabilidade de quem possa estar envolvido, principalmente depois das denúncias que apontam para a senadora Isabel Cristina Zuleta e vários membros de seu círculo próximo.

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Fonte de informação Rádio Caracol Confirmaram que o Ministério da Defesa pretende identificar exatamente quais dos oito generais, cinco na ativa e três aposentados, se aproveitaram da denúncia.

O objetivo é esclarecer o alcance das denúncias e analisar seu impacto no desempenho do trabalho militar e policial hoje.

Este caso causa preocupação entre as forças de segurança, principalmente porque gira em torno da pressão indevida sobre a complexa investigação de estruturas dedicadas ao tráfico de drogas, mineração ilegal e homicídios ilegais.

De acordo com as informações da denúncia divulgada pelo jornal Uma semanaOs altos funcionários da polícia e das forças militares alertarão sobre a intervenção do senador Zuleta e de pessoas do círculo, que, através da chamada, solicitaram a operação contra os alvos ligados às organizações criminosas de Antioquia.

O contexto da intervenção motivou as ações do Estado especificamente contra a oposição das Farc, liderada por Alias ​​​​​​Calarcá, e um grupo ilegal com presença em Medellín e no Vale do Aburrá.

Os oito generais que falaram detalhadamente à comunicação social receberam os seus telefonemas não só do parlamento, mas também de familiares e conselheiros, que, segundo eles, pediram-lhes que parassem com o procedimento.

Segundo fontes, essas pressões foram comunicadas oficialmente ao Ministério da Defesa, ao Supremo Tribunal de Justiça e à Procuradoria.



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