No meio dos destacamentos militares dos EUA nas Caraíbas o recentemente eleito presidente das Honduras Nasry ‘Tito’ Asfuramanifestou o seu apoio à acção EUA na luta contra o tráfico de drogas e pressão sobre o governo Nicolás Maduro.
Em entrevista concedida a CNNAsfura afirmou que “cada país protege sua segurança, imigração e fronteiras“, e acredita-se que as medidas tomadas pela administração norte-americana visam proteger o seu território.
“A decisão de um país é sua. Ambos os líderes protegem suas terras e seu povo. Estas (são) ações tomadas para proteger a segurança dos Estados Unidos. Há uma razão, certo, porque todos procuram formas de proteger a sua paz, a imigração, as fronteiras e a protecção dos seus cidadãos”, disse ele.
Nesse sentido, destacou o caso do presidente dos EUA e a decisão conjunta de sua administração em tratar do combate ao tráfico de drogas na região: “No caso de Trump, o governo dos EUA, são ações que visam proteger suas fronteiras“.

Então veio a declaração de Asfura EUA o ex-candidato é parabenizado após anúncio como presidente eleito Honduras e apela a todos os sectores políticos para que respeitem os resultados das eleições para que haja uma transição de poder sem problemas.
Asfura obteve 40,26% dos votos nas eleições de 30 de novembro. Marco Rubioenviou a sua aprovação ao novo presidente e destacou a importância de garantir uma transição suave e sem interferências.
“Os Estados Unidos instam todas as partes a respeitarem os resultados confirmados para que as autoridades hondurenhas possam garantir rapidamente uma transição pacífica para o presidente eleito, Nasry Asfura”, disse Rubio.
O Secretário de Estado também expressou a vontade do governo dos EUA de trabalhar com a nova administração hondurenha em questões de segurança, imigração e económicas.
Segundo calendário oficial, o presidente eleito de Honduras tomará posse 27 de janeiro de 2026 em cerimônia marcada para Estádio Nacional Chelato Uclésem Tegucigalpa. O mandato será prorrogado até 27 de janeiro de 2030, conforme a Constituição. Espera-se a presença de autoridades nacionais, representantes diplomáticos e delegações internacionais, adianta o jornal. A Imprensa.
A declaração oficial surgiu num contexto de tensão, denúncias de fraude eleitoral, ameaças contra conselheiros governamentais. Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e divisões internas dentro da organização, resultando no anúncio quase feito. Esta situação travou o processo eleitoral e causou preocupação em diversos sectores do país.















