A administração nacional reforçou a sua posição em relação às instituições financeiras para facilitar a renda em dólares ao sistema oficial. Da Casa Rosada, chefe de gabinete, Manuel Adorniinformou que o Banco nacional instruirá seus colaboradores a adequar cada procedimento às normas vigentes e garantirá que todos os colaboradores que necessitem banco de dados inesperado será demitido.
No contexto de Lei de isenção fiscalque foi recentemente bloqueado pelo Congresso, o objectivo do Governo é promover o normal funcionamento do dinheiro que permanece fora da actual área bancária. Embora a lei ainda não tenha sido publicada ou regulamentada, as autoridades procuram acelerar a sua implementação, enquanto o sistema operacional está a ser estabelecido.
Manuel Adorni Ele disse em entrevista coletiva: “Funcionários que solicitarem documentos fora da norma serão demitidos“Detalhando o sistema previsto, acrescentou que o depósito de dólares é suficiente para comprovar o cumprimento do regime de rendimentos simplificados e que esses fundos podem ser utilizados “para pedir emprestado, acumular ou investir dinheiro”. Nesta intervenção, Adorni defendeu o novo sistema jurídico, e destacou: “Com o novo orçamento, os inocentes não serão processados na perseguição do “Argent” e evitarão a vida de culpa. reino.”
A mensagem do Poder Executivo visa eliminar entraves aos depositantes e busca garantir que os bancos não imponham exigências adicionais, além do previsto em lei. As instruções foram dirigidas principalmente a Banco nacionalembora tenha alcançado outras instituições financeiras que operam no país. Segundo informações oficiais, o banco deve limitar-se à exigência de cumprimento do regime de Lucros Simplificados como único requisito para aceitação de depósitos em dólares em fundos privados.
A Lei de Isenção Fiscal cria um regime para contribuintes com menos de 1.000 milhões de dólares em rendimento anual e menos de 10.000 milhões de dólares em activos. Neste regime, a Agência de Cobrança e Controlo (ARCA) terá o seu trabalho centrado na monitorização dos rendimentos e na redução dos rendimentos de cada pessoa ou empresa, sem olhar para despesas ou bens. O pagamento do imposto apropriado libera o contribuinte de reivindicações futuras de Benefícios e permite operações em larga escala sem relatórios automáticos de bancos, cartórios, comerciantes ou cartões.
O Ministro da Economia, Luís Caputoaderiu à pressão oficial e utilizou as redes sociais para alertar publicamente as instituições financeiras. “Se o seu banco lhe pedir algo mais (leia, leia o p…), não perca tempo. Você pode ir ao Banco Nación, onde o seu presidente dará instruções para respeitar integralmente a lei, ou seja, a pessoa terá apenas que demonstrar que aderiu ao regime de dinheiro simplificado”, escreveu o responsável, em resposta à pergunta de um utilizador.
Caputo confirmou que quem segue o regime simplificado pode colocar o seu dinheiro no banco e utilizá-lo imediatamente, seja para consumo, seja para poupar e ganhar juros, o que funciona de forma comparável a todos os sistemas financeiros internacionais.
A lei, que ainda não foi aprovada nem regulamentada, pretende alterar a relação entre os contribuintes e o Estado, tornando prioritária a introdução do fundo no ordenamento jurídico. O ex-chefe da ARCA, Juan Pazoexplicou que o novo regime permitirá “transferências para o estrangeiro e depósitos bancários até 10 milhões de dólares sem acusação criminal”. Ele enfatizou que se trata de moedas “boas e construtivas” e que, segundo o FMI, a dolarização deve ser considerada um “princípio de inclusão financeira”. “É mais importante que o dinheiro esteja no sistema”, disse Pazo, que pediu para transmitir tranquilidade aos poupadores.

Segundo Pazo, as receitas provenientes de recursos externos podem ser incluídas no regime simplificado, desde que a ARCA seja declarada antecipadamente. Além disso, destacou ainda que se o dinheiro for depositado para comprar bens, como automóveis ou equipamentos agrícolas, o trabalho deve ser feito por um dos funcionários do banco. Pazo também investigou o comportamento do sistema financeiro e disse que o departamento trabalha com maior cautela do que o recomendado por organismos internacionais. “O que eles estão fazendo é cobrir o risco. Quando um banco começar a aceitar o dinheiro, quem não o fizer ficará fora do mercado”, estimou.
A advertência do Governo aos funcionários do Banco Nación visa agilizar a implementação da Lei de Integridade Financeira e eliminar dúvidas sobre o funcionamento dos depósitos em dólares. O Executivo admite que alterar a lei penal “não é tão simples”, mas insiste que a iniciativa é tomada “com força” para apoiar a reforma da economia.
O texto legal, além de estabelecer condições e limites para quem adere ao regime simplificado, renova o dinheiro dado aos crimes fiscais, eleva o nível de evasão simples e agravada e permite ao sistema matar o crime pagando em determinadas condições. Também reduz o prazo de auditorias e reclamações fiscais, com planos de três, cinco ou dez anos, dependendo do nível de cumprimento do contribuinte.
Ao mesmo tempo, os bancos aguardam esclarecimentos e encaminharam suas preocupações ao Banco Central. Segundo o que surgiu, o sistema financeiro está “muito confuso” e à espera de esclarecimentos sobre o trabalho final que ditará quando as normas serão publicadas e controladas pela ARCA e pela Unidade de Informação Financeira (UIF). A posição oficial é que a agência deve evitar obstáculos adicionais e cumprir integralmente a lei.
A medida visa promover a operação das moedas correntes fora da região, de acordo com as recomendações internacionais e sob o argumento de que a introdução destas moedas ajuda a fortalecer o sistema financeiro nacional. O Governo confirmou que, através desta nova lei, os cidadãos deixarão de ser considerados “em risco” e poderão dispor do seu dinheiro sem prestar contas adicionais ao Estado, desde que cumpram as condições estabelecidas.
Na situação atual, o lema oficial é que a solicitação de documentos adicionais por parte dos funcionários do Banco Nación será motivo para demissão imediata. As autoridades insistem que o cumprimento do regime simplificado do Lucro é a única condição para obter os benefícios do trabalho, mas as regras finais estão a avançar para as organizações competentes.
A pressão do Governo sobre o sistema financeiro visa garantir que os depositantes possam depositar o seu dinheiro rapidamente e sem obstáculos, promovendo ao mesmo tempo uma nova relação entre os contribuintes e o Estado. A plena implementação da Lei de Insolvência Fiscal continua sujeita a emissão e regulamentação, mas as directrizes oficiais já antecipam uma mudança de paradigma para aqueles que procuram injectar dólares no sector oficial.















