Foi um terremoto de magnitude 6,5 registrado 2 de janeiro em Guerrero causou danos visíveis ao hospital no IMSS e alegados danos à infra-estrutura no ISSTEcausando preocupação entre usuários e profissionais.
As imagens que circularam nas redes sociais e as declarações oficiais destacaram os danos principalmente no acabamento e na alvenaria, enquanto as autoridades garantiram que os serviços médicos continuam a funcionar normalmente.
Após o terremoto, o Instituto Mexicano de Segurança Social ativou protocolos de recuperação em todas as suas instalações médicas.
Se for assim Centro Médico Nacional La Razafissuras e retiradas de alvenaria encontradas, principalmente na área de Consulta Oncológica e Ambulatorial.

Fotos que circularam nas redes sociais mostraram danos em paredes e escadas, causando preocupação entre trabalhadores e beneficiários.
Através da conta oficial no X (antigo Twitter), o IMSS informou:
“Devido ao terremoto registrado, foi realizada uma revisão preventiva no centro médico. Na área de Consulta Ambulatorial do CMN #LaRaza foram observados apenas danos, nenhum dano estrutural. Esses dispositivos estão funcionando normalmente.”
O Comitê Nacional de Emergência conduziu a inspeção e descartou risco grave para pacientes e funcionários. Esta instituição confirmou que os serviços no hospital e noutros centros médicos da zona continuam.

Pouco depois do terremoto, espalharam-se relatos de danos ao hospital ISSSTE. Chilpancingo, Guerrero.
Os usuários das redes sociais apontaram o impacto potencial na infraestrutura do edifício.
Em resposta, o Governo de Guerrero emitiu um comunicado que identificou elementos da Polícia Estadual forneceu proteção e apoio aos trabalhadores e pacientes do hospital ISSSTE de Chilpancingo, e verificou a situação.

Da mesma forma, a Coordenação Nacional de Proteção divulgou um site detalhando outras instalações médicas em Guerrero que sofreram algum tipo de dano.
Entre eles estão três unidades médicas ali localizadas San Marcos, Chilpancingo e Acapulco. A agência explicou: “Eles tiveram apenas pequenos danos em sua infraestrutura, principalmente no teto e no acabamento, ninguém ficou ferido”.

Entretanto, continuam os protocolos de emergência e as revisões estruturais nos hospitais e clínicas da região, com a cooperação das autoridades civis e das brigadas de segurança hospitalar.















