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Por que meu filho não quer ir à escola?

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(Foto da Infobae)

Longe da preguiça ou da rebeldia dos jovens, a perda de interesse em aprender ou a recusa em fazer os trabalhos de casa são sintomas que requerem atenção, não uma causa.

Para entender a causa desses sintomas, a análise deEstilo divergentedetalhando que, na infância, a motivação acadêmica pode ser alterada principalmente pela falta de sentido no conteúdo ensinado, pela falta de uma ligação clara entre o que foi aprendido e sua utilidade no dia a dia.

Esta desconexão é exacerbada quando há uma dificuldade de aprendizagem não diagnosticada, como dislexia ou TDAH, pois a frustração constante prejudica todos os esforços.

  1. Falta de motivação intrínseca. A falta de desejo interno de aprender afeta o desempenho acadêmico e o interesse em aprender.
  2. Estresse e pressão acadêmica. O aumento da competição e da pressão pelas notas cria altos níveis de estresse, especialmente no ensino médio.
  3. O impacto das redes sociais e das distrações digitais. O uso excessivo de dispositivos e redes sociais afeta a concentração e o desempenho acadêmico.
  4. Problemas familiares e pessoais. Os conflitos em casa ou a falta de apoio familiar têm um impacto negativo no interesse e no sucesso académico.
  5. Comparação entre currículo e realidade. Quando os alunos não percebem a ligação entre o que estão aprendendo e a sua vida diária ou interesses pessoais, a sua motivação diminui.
  6. Bullying nas escolas e rejeição social. Situações de assédio ou exclusão social afetam o bem-estar emocional e o interesse em aprender.
  7. Falta de orientação profissional. A falta de aconselhamento sobre interesses e competências cria incerteza e desinteresse no percurso educativo.
  8. Razões económicas. As dificuldades económicas obrigam muitos jovens a dar prioridade ao trabalho em detrimento da educação, o que pode levar ao abandono escolar.




(Quarto-escuro/Adriana Álvarez)

(Quarto-escuro/Adriana Álvarez)

  1. Ouça, não julgue Aproxime-se do seu filho para descobrir o porquê. Pergunte a ele como ele se sente em relação ao estudo e ao aprendizado e deixe-o expressar sua opinião sem julgar ou julgar.
  2. Descubra as possíveis causas A desmotivação pode ter diversas origens: problemas de aprendizagem, problemas emocionais, cobranças excessivas, conflitos sociais ou falta de interesse pelo conteúdo. Fique atento a mudanças de comportamento ou sinais de ansiedade, tristeza ou estresse.
  3. Evite ameaças ou punições Punições e ameaças muitas vezes aumentam a resistência e a negação. Escolha a discussão e encontre soluções comuns.
  4. Mostre interesse genuíno Interessado em trabalho, amizade e bom gosto. O apoio emocional e a intimidade fortalecem os laços e podem ajudar a remotivar.
  5. Incentive a autossuficiência Permite que você participe da tomada de decisões relacionadas aos seus estudos e à sua prática. A autossuficiência favorece a responsabilidade e o comprometimento.
  6. Defina rotinas claras Ajuda a organizar o seu tempo, mas não existe um cronograma rígido. Rotinas previsíveis proporcionam segurança e proteção.
  7. Reconhecer conquistas e esforços Aprecie até mesmo um pequeno progresso. A aceitação sincera fortalece a auto-estima e a vontade de fazer um esforço.
  8. Procure ajuda profissional se necessário Se o desinteresse ou os sintomas emocionais persistirem, converse com um conselheiro escolar, psicólogo ou profissional de saúde.
  9. Evite comparar Comparações com irmãos, colegas ou amigos podem aumentar a frustração e a depressão.
  10. Compare as expectativas com a realidade Incentive seu filho a trabalhar duro, mas esteja ciente de suas habilidades e limitações. Concentre-se no processo, não apenas no resultado.



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