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34 pessoas presas em Espanha ligadas a uma importante rede de fraude online nigeriana

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Madrid, 9 de janeiro (EFE).- A polícia espanhola, juntamente com a polícia bávara (Alemanha) e com o apoio da Europol, detiveram 34 pessoas suspeitas de pertencerem ao gangue Black Axe, uma rede internacional de origem nigeriana especializada em fraudes e fraudes na Internet em todo o mundo.

De acordo com um relatório das forças de segurança espanholas divulgado na sexta-feira, eles foram acusados ​​de crime organizado, fraude, lavagem de dinheiro e tráfico ilegal de automóveis, e os líderes estão atualmente na prisão.

A maioria das detenções ocorreu na cidade de Sevilha (28), além de três em Madrid, duas em Málaga e uma em Barcelona.

A investigação, iniciada em setembro de 2023, revelou que a organização operava principalmente através de uma fraude conhecida como ‘Man in the Middle’.

Isso inclui interceptar a comunicação entre a empresa ou entre um funcionário e sua empresa, passar-se por um dos hackers para obter dados e alterar contas bancárias ou solicitar transferências sem que as vítimas vejam.

A prática mais comum é o Business Email Compromise, onde a segurança ou conta de email da empresa, impede a real comunicação entre a empresa para alterar os dados bancários e desviar grandes pagamentos para a conta controlada pela organização.

Para esconder o rasto do dinheiro, a rede criminosa utilizou uma vasta rede de intermediários e testas de ferro, espalhados por toda a Europa, que foram responsáveis ​​pela recepção, transferência e levantamento dos fundos fraudulentos.

Além disso, estas agências também confirmaram a utilização de métodos fraudulentos para suspender julgamentos pendentes, o que pode ter permitido que vários membros da organização evitassem as consequências de atividades criminosas, até agora.

A polícia comprovou que a organização criminosa fraudou seis milhões de euros, o que está comprovado há mais de 15 anos, dos quais 3,2 milhões correspondem ao esquema que foi destruído nesta operação. A investigação continua aberta e novas prisões não estão descartadas. EFE

(foto) (vídeo)

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