A Polícia Nacional apreendeu o maior museu em alto mar da história de Espanha, graças a uma iniciativa internacional que permitiu prevenir navio mercante junto com quase dez toneladas de cocaína escondido no sal. O navio, que saiu do Brasil para trazer esses materiais para a Europa, desembarcou no oeste das Ilhas Canárias por meio da agência do Grupo de Operações Especiais (GEO), conforme confirmaram. Imprensa Europa.
Mais concretamente, o navio mercante encontrava-se no porto de Santa Cruz de Tenerife desde a tarde de ontem, 11 de janeiro. 9.994 quilos de cocaína distribuídos em 294 fardos, escondidos sob toneladas de sal, com armas guardando a mercadoria, segundo o representante do governo de Santa Cruz de Tenerife, Jesus Javier Plata. Após a conclusão da operação ‘Maré Branca’, os agentes prenderam treze tripulantes, incluindo sete cidadãos indianos, quatro cidadãos turcos e dois cidadãos sérvios.
Segundo o subdelegado, a investigação começou quando foram descobertas as atividades de uma organização internacional que se dedicava a exportar uma grande quantidade de cocaína da América do Sul para a Europa. Para proceder à apreensão do navio, o Procuradoria Especial contra Entorpecentes O Tribunal Nacional e o Tribunal Central nº 4 cooperaram na complexa investigação.

Além da cooperação das duas forças espanholas acima mencionadas, a cooperação entre a polícia nacional, o DEA dos Estados Unidos, o NCA o Reino Unido, o Polícia Federal no Brasil, o Centro de Inteligência Contra Terrorismo e Crime Organizado (CITCO) e o Centro de Observação e Operações Marítimas (MAOC). Portanto, as autoridades conseguiram desenvolver um protocolo de captura e facilitar o acesso ao mar.
No entanto, atacar navios mercantes apresentava desafios logísticos. Quando o navio está seguro, o navio fica sem combustível e parou fluxo por doze horaso que nos obrigou a solicitar a intervenção do Resgate Marítimo para o guiar até ao porto de Santa Cruz de Tenerife. Portanto, de acordo com a explicação do chefe da Polícia Nacional, Jesus Maria Garciaa coordenação entre os diferentes departamentos permitiu evitar a dispersão de pessoal e garantir a integridade dos bens confiscados.
Assim que os especialistas puderam embarcar no navio, os veteranos antinarcóticos ficaram surpresos com o número de prisões. “A partir de 1999, quando o pule ‘Tammasar’ golpe 7.500kg de cocaína, nunca houve uma prisão como esta em águas internacionais”, disse o chefe da Brigada Central de Narcóticos, Alberto Morales.
Imediatamente o remédio caiu custódia judicial em Tenerife enquanto a investigação do caso ainda está em andamento. As autoridades estão investigando a relação entre a organização responsável e o destino final das mercadorias. Este evento é um marco na história da Polícia Nacional e reafirma a cooperação internacional no combate ao tráfico ilegal de drogas.















