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Um camionista que transportava 12.500 quilos de chocolate no valor de 110 mil euros desviou a mercadoria e vendeu-a por mais 1.200 euros: foi condenado a 1 ano de prisão.

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(Foto da Infobae)

Um camionista espanhol foi condenado a um ano de prisão depois de entregar 12,5 toneladas de dinheiro. chocolate no valor de mais de 113.000 euros, segundo decisão do Tribunal Provincial de Alicante. A acção, que decorreu entre Saragoça e Elche, contou com a participação de um empresário de Alicante, que recebeu seis meses de prisão por obter a mercadoria a um preço ridículo. As autoridades conseguiram retirar todas as mercadorias do barco operado pelo operador envolvido.

Em julgamento público ficou provado que no dia 4 de fevereiro de 2021, o motorista contratado para transportar de Saragoça a Elche, desviou e entregou a mercadoria ao operador. O negócio foi fechado em apenas 1.200 eurosquando o valor real era de “113.737,24 euros”, segundo a estimativa oficial. O caminhoneiro não negou a situação. Durante o julgamento, admitiu o seu envolvimento no julgamento: “Eu disse o chocolate” e explicou que contactou a operadora por telefone, embora não o conhecesse antes.

Por sua vez, o empresário manteve a sua inocência e disse confiar na explicação do motorista sobre a origem do chocolate. Segundo o seu depoimento, o lote chegou “por acidente” e foi necessário vendê-lo com urgência porque se dizia que se tratava de um produto “que está próximo do prazo de validade”. Explicou também ao Tribunal que o O pagamento foi feito em dinheironão há necessidade de fatura, pois pretendia pedir o comprovativo “mais tarde” para gerir o pagamento do IVA.

Mas os juízes não acreditaram na sua versão. O Tribunal de Alicante rejeitou o argumento do empresário, considerando que a aquisição de chocolate. “Não é credível ou confiável” por causa dos fatos e do preço baixo acordado.

Quatro pessoas foram presas por mais de cem roubos. Foram revistadas três casas e foram encontrados mais de 12 mil euros, dois carros e cerca de 50 peças de joalharia e foram encontrados mais de trinta carros roubados.

A frase vale a pena ser “desequilibrado” a obra, e destacou que o valor dos bens “parece ser superior ao preço pago” e que o objetivo é obter “lucro vendendo-os a outras pessoas”. O tribunal confirmou ainda que, junto com o chocolate, estavam incluídos no lote outros produtos não perecíveis, como ração para animais de estimação e garrafas de água.

A investigação revelou que o caminhoneiro não conseguia apenas vender o chocolate. Vendeu também as 13 paletes utilizadas no transporte, recebendo 158,5 euros de uma empresa de Riba Roja de Turia, embora neste caso não tenha sido provado que a empresa compradora conhecesse o origem ilegal os paletes.

A sentença coloca o condutor, além de pena de prisãopagamento de seis meses de multa com uma taxa diária de seis euros e pagamento de metade do valor do ritual. O empresário foi condenado a seis meses de prisão e a receber cinquenta por cento das custas incorridas no processo.

Esta convicção chama a atenção para as tentativas de explorar as fragilidades do sistema logístico e a importância do controlo na cadeia de distribuição alimentar, especialmente no caso de bens de elevado valor que são facilmente colocados no mercado negro.

*Com informações da EFE



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