Madrid, 22 de janeiro (EFE).- O chefe do serviço penitenciário do sindicato CSIF enviou uma carta às instituições penitenciárias pedindo-lhes que garantam a “continuidade do processo” aos opositores do grupo de ajuda afetados pelo acidente de Adamuz (Córdoba).
Na carta enviada pelo secretário-geral do serviço prisional, o CSIF pede que sejam tomadas as “medidas necessárias” para que os requerentes que passaram no primeiro exame e que regressaram às suas casas no domingo no comboio Alvia.
Muitas das vítimas do acidente regressaram a Huelva depois das provas realizadas no domingo, dia 18, na Universidade Complutense de Madrid (UCM) com quase 8.000 candidatos, dos quais, segundo fontes comuns, cerca de 700 vieram da província da Andaluzia.
Durante a semana, foi confirmada a morte de Ricardo Chamorro Cáliz, 57 anos e ex-vice-diretor do presídio de Huelva. Ele dirigiu uma escola de concurso e voltou da capital após fazer o exame.
Também faleceu o professor e formador de direito penal Andrés Gallardo Vaz, conforme confirmou a Câmara Municipal de Lepe (Huelva), de onde era natural.
Muitos dos candidatos ficaram feridos e psicologicamente traumatizados por este incidente.
Segundo o CSIF, esta ação “impede-os de poderem realizar o segundo exame”, pelo que pedem permissão para recuperar dos “resultados da catástrofe”. EFE















