Início Notícias O PP culpa Sánchez e Mónica García pela greve médica e exige...

O PP culpa Sánchez e Mónica García pela greve médica e exige a demissão do ministro

9
0

Segundo um comunicado recente, Carmen Fúnez, que ocupa o cargo de Secretária Adjunta de Saúde e Política Social do Partido Popular (PP), apontou a administração do governo central como responsável pela greve nacional por tempo indeterminado anunciada pelos sindicatos médicos, que afirmaram que a ministra da Saúde, Mónica García, deveria demitir-se. Segundo as informações recebidas, é o resultado da decisão dos trabalhadores da saúde de convocar uma greve a partir de segunda-feira, 16 de fevereiro, que dura uma semana todos os meses até junho. Os sindicatos justificam o seu protesto exigindo uma carta especial para a comunidade médica.

Segundo a informação publicada, o Partido Popular refere-se a esta nova situação de mobilização como falta de comunicação, falta de interesse e desdém pelos trabalhadores de saúde do Ministério da Saúde. O PP, segundo a comunicação social, pensa que esta acção do governo afecta directamente os profissionais que dizem ser a base do sistema nacional de saúde.

O PP alertou que as consequências da greve se refletirão nos cidadãos, pois esperam que durante as cinco semanas de greve previstas para os primeiros seis meses do ano haja novos cancelamentos e atrasos em consultas médicas e cirurgias. Segundo um comunicado divulgado pela comunicação social, o líder popular confirmou que estas mudanças de mentalidade serão fruto da gestão do Executivo, sublinhando que, na opinião do seu partido, “nada depende do governo Sánchez trabalhar em Espanha”.

Desde o estabelecimento da oposição, o pedido de assistência emergencial da ministra Mónica García baseia-se na ideia de que uma crise deste tipo não pode ser resolvida sem uma comunicação eficaz entre profissionais e gestão. Além disso, esta fonte destacou ainda que Fúnez defendeu a necessidade de evitar o confronto com os prestadores de serviços de saúde e as comunidades autónomas, oferecendo-se, em vez disso, para procurar o acordo, preservar o diálogo e respeitar os profissionais, com o objetivo de manter a qualidade dos cuidados.

A comunicação social noticiou que o sindicato dos médicos propôs a greve como medida de pressão para negociar melhores condições de trabalho através da sua própria Carta. Os organizadores do evento explicaram que a greve nacional por tempo indeterminado será aplicada às greves repetidas que terão impacto todos os meses até junho, o que poderá intensificar o impacto no funcionamento da rede pública de saúde.

Este ciclo de mobilização surge num contexto em que a procura de profissionais de saúde é maior a nível nacional. O Partido Popular, segundo a comunicação social, responsabiliza principalmente o Presidente do Governo, Pedro Sánchez, e o Ministro da Saúde, pela falta de progressos nas negociações e pela estratégia que consideram baseada no establishment, o que pode limitar o diálogo com as partes envolvidas.

Na sua declaração pública, Fúnez enfatizou a ideia de que os cidadãos são as principais vítimas do conflito, porque a greve afetará a prestação de serviços jurídicos no Sistema Nacional de Saúde. Através da mensagem que deu, o secretário adjunto insistiu que a solução passa por criar uma plataforma de diálogo e restaurar o respeito pela instituição dos profissionais de saúde, para que a qualidade e a continuidade dos cuidados sejam preservadas.

Por fim, o Partido Popular alerta que este caso de greve médica, que segundo a comunicação social, constitui um “registo muito mau” para o actual Governo, é um exemplo da disrupção que, segundo o partido, o sistema de saúde tem sofrido pela actual administração. Por este motivo, reiteraram as medidas urgentes para restaurar a paz social e o trabalho na área médica, através de negociações e do compromisso das autoridades responsáveis.



Link da fonte