Cerca de 20 mil trabalhadores do setor da saúde confirmaram que respeitarão a greve de quarta-feira, 28 de janeiro. Lima Metropolitanaem resposta à sua série de irregularidades no Ministério da Saúde (Minsa). As condições foram anunciadas pela Federação de Saúde da Região Metropolitana de Lima (FERLIMA), que alertava contra demissões supostamente sem justa causa e outras ações trabalhistas.
ele associação de Ele confirmou que o protesto busca levantar um problema óbvio que vem acontecendo desde o final do ano passado e que até agora não recebeu uma resposta concreta do autoridades. No dia da luta haverá uma mobilização na capital e a reunião de trabalhadores de saúde e da administração de diversas empresas.
Não faz muito tempo que a decisão de entrar em greve foi tomada durante a Assembleia Regional do sindicato. A informação foi relatada pelo secretário de Imprensa e Propaganda da federação, Leodan Loayza Palomino, Exitosa, que disse que a medida terá área metropolitana e será desenvolvida com a consciência do Minsa.
Segundo o dirigente, ele atende ao chamado de falta de progresso no quadro de discussão e a duração das condições que afetam a estabilidade do trabalho. Neste sentido, confirmou que a manifestação de 28 de janeiro visa exigir uma solução rápida e travar as ações que, do ponto de vista do sindicato, violam os direitos dos trabalhadores. trabalhadores de campo.

No chamado “campo de luta”, a FERLIMA identificou três eixos centrais de apoio à greve. “Temos três pontos principais a abordar a esse respeito AÇÃO“A abertura dos médicos ao apoio nutricional e aos perigos do trabalho é o reconhecimento dos incentivos e a demissão do CAFAE”, disse Loayza Palomino.
Relativamente a este último ponto, o presidente manifestou o seu claro repúdio ao despedimento de trabalhadores que, segundo ele, se prolongará até ao mês de dezembro. Explicou que há mais de 250 trabalhadores sob a direção do Regime CAS —incluindo trabalhadores não especificados—e prestadores de serviços foram despedidos de unidades de cuidados de saúde primários no norte de Lima, uma situação que o sindicato considera injusta e que motivou apelos à greve.
Ministério da Saúde (às vezes) ordenou a retirada de vários medicamentos para bebés da marca Alula Gold Premium depois de se ter descoberto que podiam estar contaminados com cereulide, uma toxina bacteriana que, em determinados níveis, pode causar desnutrição em crianças. A Direção-Geral de Saúde Ambiental e Segurança Alimentar (Digesa) comunicou a decisão e baseia-se na implementação de medidas preventivas caso exista risco para a saúde pública.
Os alertas de saúde incluem os produtos Alula Gold Premium (0 a 12 meses), Alula Gold 1 Premium, Alula Gold 2 Premium e Alula Gold Comfort Premium. Todas essas fórmulas são importadas pela Sanulac Nutrición Perú SAC, empresa que iniciou o processo de retirada oficial dos lotes apurados desde 22 de janeiro de 2026, conforme disposto no às vezes.

Segundo as autoridades de saúde, a cereulide é encontrada no ingrediente Ômega 6 ARA usado na confecção dessas fórmulas. A presença desta substância, quando ultrapassa determinados limites, pode causar risco para SAÚDEpor isso o produto foi retirado imediatamente após a avaliação técnica e análise adequadas.
Nesta situação, o às vezes Pais, mães e responsáveis são aconselhados a não receber ou dar a fórmula envolvida, como medida de precaução para proteger a saúde dos menores. Este sinal continuará até que a investigação seja concluída e se saiba que estes produtos são seguros para consumo.
Da mesma forma, o departamento regional de saúde foi notificado do alerta (Diresa), Gestão Regional de Saúde (Geresa) e Direção de Redes Integradas de Saúde (disse:) em todo o país. Estas agências, juntamente com os governos locais, intensificaram os esforços de monitorização para garantir que estas entidades sejam removidas dos estabelecimentos comerciais, tais como supermercados, drogarias, farmácias e outros pontos de venda a retalho.















