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Um juiz ordena que a Fundação San José forneça registros acadêmicos de 1.276 funcionários públicos: Jennifer Pedraza consegue um tutor

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A decisão judicial obriga a universidade a partilhar dados sobre quem trabalha atualmente no setor público, na sequência de denúncias sobre irregularidades na emissão de diplomas naquela instituição – crédito Fundación Universitaria San José

O juiz tutelar ordenou à Fundação Universitária San José que submetesse à deputada Jennifer Pedraza os dados académicos de 1.276 funcionários públicos formados naquela instituição, na sequência de denúncias sobre irregularidades na emissão de títulos universitários.

O comando responde ao sentinela depois disso A deputada destacou que pelo menos 779 desses casos mostram irregularidades obtidas pela universidade, conforme relatado por Jennifer Pedraza, representante do Senado e candidata ao Senado.

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As reclamações surgiram quando Jennifer Pedraza levantou dúvidas sobre a concessão de diplomas, com destaque para o caso de Juliana Guerrero, que poderia ter se formado sem cumprir requisitos acadêmicos como frequência às aulas ou o Sabre Pro Test.

Em novembro passado, Pedraza apresentou oficialmente um pedido de dados sobre 1.276 servidores se formaram na Fundação San José, com 779 casos notificados de descumprimento neste grupo.s, de acordo com números fornecidos por dois meios de comunicação.

Após receber o direito de solicitação, a Fundação San José inicialmente recusou-se a compartilhar a informação, dizendo que era “Informações semiprivadas”, protegidas pelas regulamentações e leis vigentes. A instituição enfatizou que os dados acadêmicos dos egressos incluem unidades públicas e semiprivadas, e a entrega só poderá ser feita nos limites da lei.

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A medida atende a um pedido protocolado após denúncia de possíveis irregularidades na concessão de títulos, abrange mais de mil servidores e fiscaliza os órgãos fiscalizadores competentes – crédito da captura de tela /

Um juiz decidiu a defesa no dia 28 de janeiro, ordenando que a universidade apresentasse as informações no prazo de 30 dias. Atualmente faltam 24 dias para cumprir a ordem.

A decisão estipula que apenas deverão ser fornecidos dados sobre os actuais funcionários públicos.

Em troca, A Fundação San José confirmou a sua decisão de cumprir a ordem judicial e de informar cada licenciado em causa sobre as condições de fornecimento das suas informações académicas, garantindo ao mesmo tempo a protecção dos seus direitos e o respeito pelo processo legal.

Além disso, a universidade solicitou oficialmente o apoio da Personería de Bogotá para garantir a proteção dos direitos das pessoas afetadas e da instituição.

Por seu lado, Jennifer Pedraza comemorou a decisão judicial na rede social e sublinhou a importância do acesso a este tipo de dados, considerando-os de interesse público. O parlamentar disse que continuará fiscalizando o cumprimento e acompanhando o caso.

Durante este processo, a Personería de Bogotá será responsável por fiscalizar o cumprimento do quadro legal de proteção de dados pessoais e garantir o acesso à informação relacionada com a adequação das autoridades públicas competentes, de acordo com o disposto no decreto de proteção.

A Fundação San José confirmou que a comunidade universitária e a opinião pública serão mantidas informadas sobre os progressos, para reforçar o seu compromisso com a responsabilidade institucional e a transparência.



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