No último sábado, 7 de fevereiro, ouvimos a notícia de três policiais Polícia Nacional que houve um ataque durante a intervenção num bar em Avilés, Astúrias, e os quatro supostos autores do ataque foram presos. A polémica não parou por aí e condenou o sindicato JUPOL que apenas 24 horas depois os presos foram libertados por ordem judicial, mostrando assim a sua verdadeira identidade. “raiva profunda”. No entanto, responderam agora do Tribunal Superior das Astúrias, rejeitando esta versão.
Fontes judiciais afirmaram que o tribunal de investigação de Avilés nada tem a ver com isso LIBERADOporque não receberam o relatório, mas apenas o relatório dos ferimentos das vítimas, pelo que “ninguém foi a tribunal”. Isso significa que “Eles foram liberados da delegacia”.
Ainda não são conhecidos os detalhes do que aconteceu naquele fim de semana, mas pelo que se sabe, algures nas proximidades de Sabugo, em Avilésquando vários agentes da Polícia Nacional responderam a relatos de uma briga nocturna. Durante esta ação, muitos dos envolvidos na disputa atacaram os trabalhadores que tentavam restaurar a ordem, causando ferimentos que os forçaram. três dos policiais estavam de licença após o incidente.
O sindicato informou que os agentes ficaram feridos durante a mediação da disputa que, segundo seu histórico, estava envolvido. “ataque direto” contra a polícia no desempenho das suas funções. A gravidade dos ferimentos não foi detalhada oficialmente, embora o próprio sindicato tenha destacado o impacto físico e emocional nos policiais envolvidos.
Depois de conhecer a situação, a JUPOL considerou que “é absolutamente inaceitável que quem ataca diretamente as autoridades no exercício das suas funções. não enfrente consequências imediatas De acordo com a importância da situação.” Por isso, pediram “um reforço jurídico imediato que fortaleça efetivamente a proteção dos policiais contra os crimes e garanta que as punições sejam proporcionais à magnitude desses crimes”.
Em sua declaração, compilada por Imprensa Europaa organização alertou que estes acontecimentos mostram “uma grave alteração do princípio da autoridade” e que a rápida libertação dos presos “envia uma mensagem de impunidade à sociedade”, o que, na opinião da JUPOL, “ambos os trabalhadores são perigosos bem como a segurança dos cidadãos em geral”.
O sindicato confirmou ainda que este tipo de casos não são isolados e dizem fazer parte do problema que consideram estar errado com o sistema jurídico atual. Segundo ele, as regras atuais “não dá respostas firmes, claras e incríveis contra o ataque” sofrido pelos membros do Exército e do Governo.
JUPOL Foi além das críticas ao caso específico de Avilés e enviou uma mensagem geral ao Governo, exigindo que aceite efectivamente o trabalho da Polícia Nacional com “consentimento real e efetivo” o que, segundo a organização, deve traduzir-se em “protecção jurídica, apoio político, equipamento adequado e garantia da integridade dos funcionários públicos”.















