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A reação de Caputo à inflação de janeiro: “Vai se consolidar internacionalmente”

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O ministro da Economia revisou os dados da inflação de janeiro, que foi de 2,9%, e discutiu a evolução dos preços relativos REUTERS/Tomas Cuesta

A inflação tem sido consistente com janeiro 2,9%segundo relatório publicado pela Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). Os dados superaram o recorde de dezembro e situaram a variação anual em 32,4%, com um aumento de 28,1% nos bens e de 42,1% nos serviços em todo o país.

O Ministro da Economia, Luís Caputoindicou os resultados por meio de pesquisa publicada na rede social. “A inflação em Janeiro apresentou uma variação mensal de 2,9%. A inflação foi de 2,6%, enquanto a variação das categorias controlada e sazonal foi de 2,4% e 5,7%”, disse o responsável.

Neste contexto, Caputo observa: “Essa dinâmica de preços ocorre no contexto de revisões de preços e alguns meses depois da contracção da procura de moeda, que se reflectiu no aumento dos dólares arrecadados nos seis meses anteriores às eleições de Outubro, que foi igual a mais de 50% do M2.

Este responsável confirmou que o programa económico mantém o equilíbrio financeiro, o controlo rigoroso da circulação monetária e a recuperação da moeda. Banco Central. Na sua opinião, “permitirá que a inflação coincida com o nível internacional no nosso país pela primeira vez em mais de vinte anos”.

Neste sentido, o responsável do Tesouro destacou que a secção “Vestuário e calçado” registou uma quebra. 0,5%, e acumulou quatro meses de tendência de queda no ano passado. A variação anual neste segmento é de 15,6 por cento.

A publicação dos dados oficiais da CPI ocorreu em meio à polêmica em torno da saída de Marco Lavagna da entidade. Após sua renúncia, oficializada na semana passada, a organização anunciou a suspensão da nova fórmula cálculos que deverão ser aplicados em janeiro.

As alterações previstas incluíam uma revisão do cabaz de consumo em 2004 por um mais recente, em linha com 2017/2018, que poderia dar mais valor aos serviços em comparação com os bens. O Governo decidiu adiar a mudança e confirmou que será implementada quando a inflação estiver consolidada, o que pretende fazer em julho ou agosto.

Caputo confirmou em comunicado público que as mudanças deverão ser implementadas apenas uma vez o processo de desinflação está completo e disse que havia desacordo sobre quando avançar com as reformas. Já Marco Lavagna acha que a mudança poderá ficar pronta em janeiro.

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