Jerusalém, 13 de fevereiro (EFE).- Ontem à noite, o porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) disse que o exército israelense matou duas pessoas que seriam “terroristas que entraram em um prédio a leste da linha amarela” no norte de Gaza.
“Após o sinal, os jactos da Força Aérea atacaram o edifício para eliminar a ameaça”, refere o comunicado militar, acrescentando que a operação resultou na morte de dois soldados que seriam milicianos.
As FDI não forneceram quaisquer detalhes sobre as alegadas ligações entre as duas pessoas mortas pela milícia de Gaza.
Desde o cessar-fogo, em vigor há quatro meses, quase 590 pessoas foram mortas e mais de 1.500 feridas em consequência de ataques do Exército israelita, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza; o que coloca o número total de mortos desde o início da ofensiva de guerra israelita em 2023 em mais de 72.000.
Quase todos os dias e apesar da trégua, os palestinianos ocasionalmente disparam ou disparam contra palestinianos que – segundo eles – estão demasiado perto dos soldados que recuam para a linha amarela; Esta é uma vaga limitação onde ainda existem e de onde ainda controlam mais de metade do enclave militar.
Por outro lado, noutras ocasiões Israel relatou confrontos com milícias palestinianas em Gaza, especialmente quando um soldado foi ferido, respondendo com uma onda de ataques brutais.
Em 4 de Fevereiro, Israel matou 24 palestinianos, incluindo seis crianças e uma equipa de resgate, numa série de ataques em toda a Faixa, depois de um soldado israelita ter sido ferido no norte de Gaza. EFE















