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O alto procurador da Andaluzia garante estar “determinado” a garantir que o caso Adamuz “não retroceda”.

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A procuradora-geral da Andaluzia, Ana Tárrago, anunciou terça-feira que o processo judicial do acidente de Adamuz (Córdova), que matou 46 pessoas e feriu mais de 120, será “longo e difícil” esta quarta-feira, mas garantiu que “o trabalho está feito e o Ministério Público não cancela tudo”.

Foi o que disse o procurador aos meios de comunicação de Sevilha, antes de presidir à reunião do Conselho do Procurador-Geral da Província e Região, quando comentou que quando visitou o centro de identificação dos corpos após a catástrofe, disse que “mesmo que seja uma pena que os familiares tenham continuado uma noite, à espera que algo aconteça”, “o problema com Comela é importante porque houve um problema com Comela”. o problema da identificação”, em 2013.

A este respeito, explicou que avisou que “por favor, mesmo que seja mais lento, mas a sinalização é feita com todas as garantias, como tem sido feito e muito rapidamente, com muita eficácia e com resultados muito bons”.

Ao mesmo tempo, sublinhou que “o acidente de Adamuz é uma investigação muito difícil e todos os dias não é possível dizer o procedimento que está a ser feito, mas é um trabalho muito árduo, que é coordenado pelo procurador-geral de Córdoba, Fernando Sobron.

Além disso, Tárrago explicou detalhadamente que há poucos dias, na tomada de posse dos juízes em Granada, se encontrou com o novo juiz que preside o Tribunal de Montoro e lhe explicou “a presença do Ministério Público e o apoio do Ministério Público”, lembrando que “são três procuradores, um que será o chefe do processo e outros dois que apoiam o Ministério Público”.

PEDIDO DO PROCURADOR

Perante isto, o procurador confirmou que “todos os dias surgem novos processos judiciais”, dizendo que o Ministério Público pediu para explicar “como se faz a abertura” das caixas negras do comboio, para revelar os “motivos”, e considerou que “é mais adequado ao sistema judicial de investigação”.

Face a este incidente, solicitaram que “além do relatório que já está em cima da mesa neste momento, o relatório que está a ser elaborado pela comissão de inquérito, que haja um profissional perito e especialista neste acidente para ser engenheiro rodoviário e também preparar o relatório de participação no mesmo”.



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