Deixar doença cardíaca Representam uma das principais causas de morte em mulheres, mas os sintomas de doenças cardíacas neste grupo muitas vezes não são percebidos ou confundidos com pequenas deficiências.
Diferentemente do que acontece nos homens, os sinais que revelam doenças cardíacas nas mulheres podem ser sutis e pouco conhecidos, o que atrasa a procura de ajuda e piora o desfecho.
Conhecer esses eventos é importante para uma ação oportuna e redução do risco, segundo informações do Associação Americana do Coração.

É mais difícil diagnosticar doenças cardíacas em mulheres porque os sintomas são frequentemente atípicos ou menos claros em comparação com os homens.
Além disso, os profissionais de saúde e os próprios pacientes tendem a ignorar ou atribuir esses sinais a causas não cardíacas, levando a atrasos no diagnóstico e no tratamento.
Além disso, fatores hormonais e biológicos podem afetar o aparecimento de doenças cardíacas nas mulheres. Tudo isso dificulta o diagnóstico precoce do infarto e aumenta o risco de complicações.
De acordo com a American Heart Association, cerca de sintomas de doença cardíaca em mulheres que são diferentes dos homens e menos conhecidos são os seguintes:
Os sintomas de doenças cardíacas nas mulheres podem ser diferentes daqueles observados nos homens e muitas vezes não são bem conhecidos ou óbvios. Alguns desses sintomas incluem:
- Dor ou desconforto na mandíbula, pescoço, ombros ou costas: As mulheres podem sentir desconforto nessas áreas, em vez da dor habitual no peito.
- Falta de ar: Pode aparecer sem dor no peito.
- Vômito ou náusea: É mais comum em mulheres do que em homens.
- Sudorese anormal: Suores frios ou sensação de suor excessivo sem motivo aparente.
- Fadiga extrema: Fadiga incomum que pode aparecer vários dias antes de um ataque cardíaco.
- Tonturas ou vertigens: Desmaio ou desmaio.
- Dor abdominal: Dor ou pressão na parte superior do abdômen, muitas vezes misturada com indigestão.

Esses sintomas podem ser menos graves ou não acompanhados de dor torácica normal, dificultando o diagnóstico e retardando o tratamento.
Detectar esses sinais de alerta pode ser a chave para obter tratamento oportuno.















