A situação de Ángel Manuel Daza Velasco, um menor submetido a um transplante de medula óssea, causou alarme entre os defensores da saúde e os usuários do sistema colombiano.
Segundo um vídeo publicado nas redes sociais e partilhado pela activista da Alianza Verde, Cathy Juvinao, a recusa da EPS Asmet Salud em autorizar o medicamento de que a criança necessita colocou em risco a sua recuperação e a sua vida.
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Segundo o depoimento da mãe do menor, Ángel Manuel Daza sofria de desnutrição grave. O procedimento de transplante, realizado há vários meses, mostrou esperança para a família.
“Meu filho fez um transplante de medula óssea devido a uma doença neoplásica”disse a mãe em mensagem enviada às autoridades de saúde.
Informou que, apesar de manter contato com a Asmet Salud, a empresa não aprovou o tratamento necessário para combater a rápida epidemia. “Se não dermos tratamento ao meu filho, ele poderá morrer”, avisou sua mãe.
A família mora na Colômbia e enfrenta a incerteza de não saber se o menor conseguirá receber o medicamento na hora certa. A falta de autorização para o tratamento causou preocupação nas redes sociais, onde usuários e celebridades divulgam a notícia.
Após o exposto, a deputada Cathy Juvinao solicitou ao presidente Gustavo Petro, por meio da plataforma“Ele vai deixar essa criança morrer também, presidente @petrogustavo?” ele escreveu. Além disso, criticou a direção da EPS que interveio: “O que mais você precisa fazer para saber que sufocou o sistema e agravou os problemas da EPS que atrapalharam você como a Asmet Salud?”
O caso de Ángel Manuel Daza colocou a situação dos pacientes pediátricos com doenças complexas na Colômbia no centro do debate.
Várias organizações e cidadãos recordaram que a saúde é um direito fundamental. “A saúde dos nossos filhos é um direito, não um privilégio”, diziam as mensagens que acompanharam o clamor público.















