Madrid, 20 de fevereiro (EFE).- O diretor-geral do programa industrial do Ministério da Indústria, Alberto Ruiz Rodríguez, anunciou que não prevê que o programa Auto+ de compra de veículos elétricos seja antes de maio ou junho, embora o programa seja adiado a partir de 1 de janeiro – que substitui o Plano Moves.
“É um programa em que ainda estamos a trabalhar. Vai voltar a 1 de janeiro, mas não esperamos que seja antes de maio ou junho. Ainda estamos em fase de desenho”, disse Ruiz Rodríguez num discurso na apresentação do anuário de mobilidade elétrica 2025-2026 organizado pela Aedive.
Diante disso, disse esperar que este programa que substitui o Plano de Acção seja um sistema “mais rigoroso” de prestação de assistência, tendo um “ponto focal” que é a administração pública.
“Dentro deste plano de trabalho “Auto+”, pretendemos ser geridos pela administração pública de forma a agilizar o processamento dos apoios. Uma das reclamações recebidas de particulares e sectores é o atraso no pagamento dos apoios solicitados”, afirmou.
Ruiz Rodríguez lembrou que o Plano Auto + faz parte de um programa mais amplo como o Plano Auto 2030 que foi apresentado no final do ano passado e que o Governo tem um “firme compromisso com a mobilidade sustentável”.
O ministro da Indústria informou no início de fevereiro que o programa Auto+, que o Governo anunciou com a disponibilização de 400 milhões de euros este ano, vai ajudar com 4.500 euros para a aquisição de veículos elétricos e elétricos na economia e na Europa, com efeitos retroativos desde 1 de janeiro.
De acordo com a informação disponibilizada pela Indústria, os subsídios basear-se-ão na aquisição direta e/ou locação ou locação (este último, no caso de trabalhadores assalariados e empresas privadas) de veículos elétricos, e variarão em função de fatores como o tipo de motor ou o preço do veículo. EFE















