O ato final do jogo determinou o resultado da semifinal entre Barça e Kosner Baskonia, quando o triplo de Diakite, o cesto decisivo de Radzevicius e a enterrada de Shengelia estabeleceram a vantagem final para os vitorianos. De acordo com as primeiras reportagens da mídia, o confronto, caracterizado por um baixo nível de pontuação e muitos erros ofensivos, permitiu ao Baskonia chegar à final da Copa del Rey de basquete em Valência 2026, após derrotar o Barça por 67 a 70, garantindo sua décima participação na copa e a primeira desde 2009. O time do Vitória não disputará o campeonato contra o Real Madrid nesta final.
Segundo a mídia, o Barça saiu na frente logo no primeiro minuto, com placar de 21 a 16 no primeiro quarto. A equipe, liderada por uma forte entrada de Will Clyburn que somou nove pontos em nove minutos, procurou controlar o ritmo do jogo, enquanto Laprovittola e Punter foram eficazes no perímetro. O Barça conseguiu obter uma vantagem máxima de 12 pontos (19-7), animando a torcida presente na Roig Arena. No entanto, o ânimo dos catalães começou a diminuir após o primeiro quarto, quando Clyburn não era popular e Punter, que acabava de se recuperar de uma lesão, não conseguiu manter a eficácia contra o poderoso ataque do Baskonia.
A evolução do segundo trimestre confirmou a mudança dinâmica. Baskonia, que jogou de branco apesar de ser do Barça, empatou o jogo graças ao 0-7 marcado pelas ações de Kurucs e Forrest e obrigando Xavi Pascual a pedir tempo novamente. Luwawu-Cabarrot se destacou pelo sucesso nos três pontos e nas cobranças de falta, enquanto o Barça, que dava sinais de cansaço e com dose de Punter, mal aguentou. Finalmente, Baskonia virou o placar e foi para o intervalo com uma vantagem de um ponto (37-38) após um trecho de jogo que contou com posses de bola longas e baixas, segundo relatos da mídia.
No terceiro quarto, parte do sucesso do Barça foi restaurado. Punter quebrou a seca, Laprovittola se estabeleceu como uma metáfora ofensiva graças ao seu triplo e às suas assistências, enquanto Vesely e Hernangómez forneceram ideias de suas próprias linhas. Uma sequência de 9-0 culminada com o triplo de Laprovittola no final do quarto deu aos locais a maior margem do jogo até agora: 58-49. Clyburn e Laprovittola apoiaram os catalães nesta parte do jogo, mas Baskonia teve dificuldade em criar um jogo claro e dependeu principalmente do jogo isolado de Kurucs e Shengelia para se manter na disputa.
O último quarto ofereceu a reviravolta final do jogo. Spagnolo e Satoransky tentaram estabelecer a ordem logo no primeiro minuto; No entanto, Baskonia conseguiu virar a maré quando Luwawu-Cabarrot acertou uma cesta de três pontos e Forrest liderou o ataque. Foi esta reacção que levou os vitorianos a uma vantagem de 0-7 nos últimos cinco minutos, revertendo a vantagem do Barça e confirmando um resultado que parecia incerto. O Barça, que sofreu fracasso e tensão no grande momento, não conseguiu abrir os chutes e mesmo na última posse de bola, faltando 4: 1 para o fim, Parra não conseguiu defender os visitantes.
Cada uma das estatísticas do jogo representa a mesma dificuldade ofensiva. Nico Laprovittola e Tornike Shengelia terminaram os goleadores do Barça com 12 pontos, enquanto na Baskonia se destacaram Rodions Kurucs com 14 pontos e Luwawu-Cabarrot com 13 pontos. O resultado global das meias-finais foi resolvido nos detalhes e na ordem do último minuto, porque a vantagem máxima para os vitorianos não era superior a quatro pontos (não superior a 1) do Barça. A mídia noticiou que o desempenho de Trent Forrest, principalmente no último quarto, foi o principal fator que decidiu a vaga do Baskonia na final com o Real Madrid.
Em um nível comum, o jogo apresentou uma versão ruim para ambas as equipes em relação às pontuações médias, típicas de jogos de alta pressão. A Roig Arena recebeu 15.088 espectadores, que presenciaram o jogo com baixo brilho ofensivo, focando na defesa e aproveitando os erros dos adversários.
Segundo fontes, esta final marcará um novo capítulo para o clube vitoriano, que chegou à final da Taça do Rei pela última vez em 2009, ano em que o Málaga conquistou o título em Madrid. Até agora, o Baskonia conquistou a taça seis vezes. Desta vez, enfrentará o Real Madrid, que chegou à série decisiva depois de vencer o Valencia Basket, o sétimo título da sua história e o primeiro em duas décadas.
O desenvolvimento do conflito foi liderado pelos juízes Pérez Pizarro, Calatrava e Olivares. Nenhum jogador foi expulso por faltas. Quanto ao quinteto inicial, o Barça formou-se com Laprovittola, Brizuela, Clyburn, Shengelia e Vesely, e posteriormente introduziu jogadores como Punter, Satoransky e Hernangómez. Já Baskonia alinhou Howard, Forrest, Radzevicius, Frisch e Diakite como titulares, com a participação de Kurucs, Luwawu-Cabarrot e Spagnolo.
A mídia explicou como os torcedores do Baskonia puderam testemunhar um retorno incomum a tal confronto e, em particular, a uma batalha muitas vezes definida por ataques conjuntos e contra-ataques rápidos. Com esta vitória, a equipa do Alava avança para o décimo jogo da sua história frente à equipa branca, numa batalha inédita pela taça.















