As preocupações com a entrada de produtos alimentares provenientes de países terceiros e a necessidade de reforçar os controlos durante o processo comercial são um dos principais pontos destacados por Alfonso Rueda, presidente da Xunta de Galicia, no debate público sobre o acordo entre a União Europeia e o Mercosul. De acordo com as notícias veiculadas pelos meios de comunicação social, Rueda apelou às organizações do sector para que concentrem os seus esforços na exigência da implementação de sistemas de segurança, seguros e controlo, considerando que esta abordagem é a mais eficaz na protecção da segurança alimentar.
Segundo a fonte, Rueda falou sobre o assunto depois de discutir a posição da Xunta sobre a exigência de retirada do setor agroalimentar do acordo entre a União Europeia e os países do Mercosul na América Latina. O presidente enfatizou a importância de agir “de forma sábia” nesta situação, e destacou a necessidade de direcionar os pedidos para implementar sistemas como a segurança, o aumento do controlo da saúde pública e a exigência de controlo tanto no país de origem como na União Europeia e nas fronteiras nacionais.
No seu comunicado compilado por fontes, Rueda observou: “Agora é mais prudente pressionar a implementação de segurança, seguros, suspensão em caso de incumprimento e aumentar o controlo da saúde pública e exigir que isso seja feito tanto no início, na União Europeia, como nas fronteiras do nosso país. Estas palavras resumem a forma de priorizar as medidas eficazes que podem ser tomadas tanto a nível europeu, nacional e regional.
O líder galego descreveu, segundo a comunicação social, que há “pressão” da Administração Autónoma para influenciar o debate e a decisão sobre o acordo e o seu impacto no primeiro nível regional. Rueda considerou que outras reivindicações, como a exclusão total do setor agroalimentar galego do acordo, provavelmente “não serão atendidas” e representam, nas suas palavras, um desvio dos objetivos que podem ser alcançados nas negociações com a União Europeia.
Segundo relatos da mídia, Rueda sugeriu que o foco deveria ser no fortalecimento da segurança alimentar e nos procedimentos de fiscalização, bem como no estabelecimento de controles rígidos na chegada de produtos que não atendem aos padrões exigidos. Além disso, propôs priorizar a cooperação entre governos para manter o controle durante a distribuição e venda de produtos alimentícios que possam ser afetados pelo acordo com o Mercosul.
Incluído na posição anunciada pelo presidente está o pedido de ativação de ferramentas como controle de fronteiras e revisões sistemáticas caso haja irregularidades ou riscos na cadeia alimentar, segundo relatos da mídia. Estes controlos podem ser aplicados não só no ponto de entrada espanhol, mas em toda a União Europeia, fortalecendo assim os dois aspectos da segurança do país e da sociedade.
Por último, segundo a notícia, Rueda definiu esta forma de pressão e exigência como “o que é preciso fazer e o que é eficaz”, saindo do caminho que, na sua opinião, não terá prioridade na agenda europeia e poderá marginalizar os interesses do sector galego no contexto da negociação do acordo com o Mercosul.















