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Alianza Lima anunciou ao registrar denúncia e pedir mudança nas regras por racismo: “Deixa o campo para todos”

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José Asti, conselheiro jurídico da equipa azul e branca, negou as alterações inesperadas nas regras da Liga 1 2026. (L1 Max)

Anúncios recentes de Federação Peruana de Futebol (FPF) relativa à introdução da nova lei disciplinar única causou sérias preocupações Aliança Limao que exige que as autoridades tenham total transparência sobre o processo. O clube, através de seu assessor jurídico José Astiinsistiu que não havia nada a ver com as recentes denúncias de racismo no jogo entre eles Universidade de Esportes sim UTCmas acho que mudanças legais de última hora podem afetar o equilíbrio na Liga 1.

A posição oficial da instituição azul e branca ficou clara quando José Asti, o consultor jurídico, a anunciou Alianza Lima não apresentou nenhuma reclamação ou reclamação sobre a ação discriminatória ocorrida na Praça Monumental. Asti explicou que a ativação do protocolo contra o racismo foi realizada ex officio pelo grande júri, Michael Espinosadepois de receber um aviso dos jogadores da UTC sobre ruídos de macacos na arquibancada sul.

Segundo ele em entrevista ao L1 Max, “O laudo indica que o juiz ouviu. Foi uma ação de ofício”separando assim a participação direta no clube dos encargos oficiais Universidade.

O relatório do árbitro explicou detalhadamente a situação, deixando provas de que a decisão de denunciar comportamento discriminatório é independente e baseada na percepção do árbitro sobre o jogo. Junto a isso, o próprio assessor jurídico negou a história que circula na rede social sobre o envolvimento da Aliança.

O árbitro Michael Espinoza decidiu interromper a partida no Estádio Monumental após Ángelo Campos ser insultado. (Difusão)

Além dos eventos especiais, o maior problema com Aliança Lima na altura em que a FPF anunciou a introdução da nova lei. Segundo Asti, este documento foi comunicado ao clube e à imprensa na manhã de segunda-feira, enquanto o evento ocorreu no sábado.

“A questão é quais regras a atual comissão disciplinar seguirá.”considerando que o evento ocorreu no sábado, dia 14, e esta nova lei deverá vigorar até sua publicação”, disse o assessor jurídico.

A lacuna jurídica que ocorreu devido à diferença entre a data de aprovação das novas regras (9 de março) e a sua publicação (16 de março) levantou preocupações sobre a transparência e correção das autoridades do futebol.

Pablo Guede vive um bom momento no Alianza Lima, que segue invicto no Apertura apesar de ter sido eliminado da Copa Libertadores de 2026. (Facebook/Clube Alianza Lima)

Diante da confusão resultante, Alianza Lima anunciou que enviará ofício à FPF solicitar esclarecimentos sobre a validade das novas regras e das regras que regem o atual processo disciplinar. A instituição prometeu que cancelará todos os canais nacionais e, se necessário, não cancelará o acesso aos canais internacionais se isso afetar a transparência da Liga 1.

“Enviamos um comunicado oficial à FPF, copiando-o para a Liga, FIFA e CONMEBOL, sem recuar nas regras relativas ao racismo”Asti comentou.

Nesse contexto, quem se pergunta o que aconteceu com a denúncia de racismo na partida entre Universitário e UTC deve saber que a investigação está em andamento, mas o centro do debate agora é o procedimento e a data de vigência da nova disciplina. As exigências da Alianza Lima visam garantir que o processo seja justo e que todas as partes conheçam com certeza o sistema pelo qual serão avaliadas.

José Asti, conselheiro jurídico da equipa azul e branca, deu detalhes sobre a posição do clube vitoriano. (L1 máx.)



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