O presidente Claudia Sheinbaum Pardo o coordenador nacional do pessoal educativo explicou novamente porque não se encontrou pessoalmente com os professores (CNTE)antes da greve nacional que começou ontem com diversas manifestações na Cidade do México para exigir melhores empregos.
O presidente confirmou na reunião desta manhã que o seu governo está em diálogo aberto com a CNTE, através do secretário do Interior e da Educação Nacional, lembrando que tem havido cooperação com professores de diferentes estados, chefes destes dois departamentos.
Mas ele observou que “Há um problema difícil”que não pode ser combinado com o orçamento do Estado, garantindo, no entanto, queProcurando a “melhor maneira” de apoiar seu governopara o professor.
Esta semana, o presidente confirmou que não se encontraria pessoalmente com o professorse você se lembra do que aconteceu em maio passado, quando concordaram em recebê-los no Palácio Nacional.
Sheinbaum Pardo lembrou que no dia 22 de maio de 2025 planejava encontrar-se com os professores da CNTE no Palácio Nacional, no mesmo dia em que um grupo de professores atacou jornalistas que estavam prestes a entrar no local, para a conferência ‘La Mañanera del Pueblo’.
No entanto, destacou que nessa altura os professores decidiram não comparecer à reunião, pelo que a partir daí o presidente decidiu que apenas o secretário-geral do Interior e da Educação Nacional os assistiria.
“A discussão com o Governo e a Educação Nacional não está encerrada, porque a última vez que combinámos falar comigo, eles não vieram mas decidiram não vir, então agora é entre o Governo e a Educação Nacional que têm todos os certificados”, disse na reunião desta manhã.
No entanto, ao mesmo tempo, Sheinbaum também confirmou que a decisão foi uma resposta à violência contra os jornalistas de ‘La Mañanera’ e ao bloqueio de estradas na Cidade do México, que levaram a cabo naquela altura, uma acção que considera inconsistente com o espírito da reunião previamente acordada.
Naquele dia, Sheinbaum reiterou o seu apoio à liberdade de expressão, mas rejeitou o uso da violência e destacou que era injusto afetar terceiros.















