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Dois soldados foram mortos e oito ficaram feridos em operação do Exército colombiano contra o ELN

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A operação militar no município colombiano de Arauquita, no nordeste do país, causou preocupação entre os moradores da área, após o ataque de membros da Comissão de Camilo Cienfuegos do Exército de Libertação Nacional (ELN), que atiraram em soldados oficiais na área. Segundo notícias da Europa Press, o confronto resultou na morte dos soldados Juan Carlos Rivera Muñoz e Elmer Perafán Bastidas, além de oito militares uniformizados feridos – incluindo suboficiais – que foram todos transferidos para instalações médicas e não estão atualmente em perigo, segundo o Exército.

Conforme detalhado pela Europa Press, isso aconteceu na sexta-feira durante uma operação do Exército colombiano contra um dos grupos guerrilheiros do ELN. Durante a operação, os militares armados da delegacia citada acima realizaram o ataque que matou os dois militares no local. O restante dos feridos era um oficial e sete militares, que foram imediatamente atendidos no centro médico e seu estado não é crítico, segundo as autoridades militares.

Comentários oficiais do Exército Colombiano ainda serão divulgados. Em comunicado divulgado após a operação, a instituição expressou suas condolências aos familiares, amigos e colegas dos militares falecidos, destacando sua trajetória e papel na defesa e no serviço da Colômbia. A declaração destacava: “Expressamos nossas condolências às famílias, amigos e colegas de nossos soldados falecidos, honrando sua memória, vocação de serviço e sacrifício pela Colômbia”, conforme publicado pela Europa Press.

A mesma declaração do Exército condenou o ataque, que considerou um “ato de terrorismo”, e alertou para o perigo que representava não só para o Exército, mas também para a população civil que vive em Arauquita. As preocupações na cidade centram-se agora na possibilidade de novos ataques, tendo em conta a ameaça contínua de grupos armados na fronteira e nas zonas rurais do nordeste da Colômbia, de acordo com relatos dos meios de comunicação social.

As autoridades militares anunciaram a continuação do controle do território e das operações de segurança na área. A Europa Press informou que o Comandante da Décima Oitava Brigada transmitiu a sua decisão de manter “operações militares contínuas para combater as atividades de grupos armados organizados”, indicando esforços para limitar a capacidade do ELN e de outros grupos ilegais de operar na área.

O contexto deste ataque insere-se no conflito de longa data entre o Estado colombiano e o ELN, uma organização rebelde que mantém a sua presença em diferentes zonas fronteiriças do país, especialmente em áreas que são desafiadas pelas atividades de grupos armados. Conforme noticiado pela Europa Press, o ataque em Arauquita aumenta a tensão e a incerteza na região, especialmente para a sua população, que sofreu incidentes de violência semelhantes no passado.

As forças de segurança confirmaram que, apesar desta acção, a administração continuará com a estratégia planeada para lidar com as actividades de grupos armados ilegais. A este respeito, o Exército colombiano reiterou o seu compromisso com a proteção dos seus soldados e da população civil, e reafirmou que as instituições estão a implementar medidas para prevenir futuros ataques e para limitar o poder de influência e as atividades do ELN em Arauquita e seus arredores.

A Europa Press indicou que a ação ocorrida esta sexta-feira representa um dos mais recentes episódios de confronto direto entre as forças militares e o ELN na região. Os acontecimentos colocaram mais uma vez sob escrutínio público a situação de segurança nos serviços de fronteira, onde a dinâmica do conflito continua a afectar os militares e as comunidades locais.

O Exército confirmou que os soldados feridos estão recebendo tratamento e que seus ferimentos não representam risco de vida. Embora as autoridades não tenham fornecido detalhes sobre a extensão do destacamento militar após o ataque, sublinharam que existem patrulhas, vigilância e segurança na área, para reduzir a possibilidade de novos ataques e para proteger as infra-estruturas e os cidadãos.

Por último, a operação insere-se num esforço mais amplo do Estado colombiano para recuperar o controlo dos territórios afetados pelas atividades de grupos armados organizados, no quadro do conflito de longa data com as guerrilhas do ELN, segundo a Europa Press. O episódio de Arauquita destaca os contínuos desafios de segurança enfrentados pelos militares e pelas comunidades que vivem nas partes mais conflituosas do país.



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